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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

A saga do halawa com pistache

Abri meu último pote de halawa com pistache. Para quem não conhece, trata-se de um doce fabuloso, comum nos países do Oriente Médio. É feito bascamente com tahine (a mesma pasta de gergelim com a qual se faz homus e babaghannouj), açúcar e extrato de halawa (que é a raiz de uma planta). As maneiras de escrever o nome são as mais diversas: halawa, halva, halwa, halawi... As versões mais comuns disponíveis no Brasil, além da simples (que se resume a esses ingredientes), incluem pistache ou chocolate. Particularmente, prefiro a versão com pistache. Tradicionalmente, come-se com fatias de pão quente.



Em breve, inciarei nova saga para encontrar mais potes de halawa com pistache. Minha última compra foi um verdadeiro achado: levei para casa uns cinco potes da marca libanesa Zeenny (quem importa é a Maxifour), que encontrei no Carrefour do Shopping Del Rey a R$ 18,90, cada! Geralmente cada um custa entre R$ 25 e R$ 30. Empórios árabes costumam vender, mas nem sempre com pistache. O de Dona Hana, no Mercado Central, vende pedaços de halawa tirados de barras grandes, mas só puro ou com chocolate. Se não me engano, vi por lá uma marca menos conhecida com pistache. Vou conferir. O restaurante Al Sultan, se não me engano, tem.

Num dos empórios do centro de São Paulo, onde estive mês passado, a variedade de halawa era grande. Tinha até diet, mas o bendito com pistache estava em falta. Para servir de consolo, comprei um pote de doce tentador, também da Zeenny: figo com gergelim e amêndoas. Deve ser uma coisa...

Enfim, se alguém souber de outros lugares onde encontrar o halawa com pistache, manifeste-se, por favor.