É, parece que a bistronomia está mesmo pegando em BH. Em maio fiz matéria a respeito para o caderno Divirta-se mostrando três casas (D'Istinto, Benvindo e Piacenza) que trabalham de forma parecida - no caso, vendendo menus de quatro pratos por cerca de R$ 50 (individual) durante alguns dias da semana. O objetivo é servir comida de bom nível a preço menor do que o freguês anda acostumado.
As três fazem parte do Viva Mesa, associação que reúne mais seis restaurantes da cidade e arredores e que agora aderiu em massa a ideia. Até dia 13 do mês que vem todos eles promoverão suas noites bistronômicas, cada um com seu próprio cardápio, mas todos operando nessa faixa de preço. Um tremendo bom negócio, ou melhor, uma tremenda barbada! Além de D'Istinto, Benvindo e Piacenza, participam Feliz, Hermengarda, Flores, Via Destra, Chez Aline (Retiro do Chalé) e Gôndola (Sete Lagoas).
E para quem acha que isso está com cara de movimento localizado, articulado por integrantes da mesma associação, aviso que os resturantes À Mesa Bistronomique (Rua Boa Esperança, 306, Sion) e diVino (Quinta Avenida, 144, loja 6, Vale do Sol, Nova Lima) também entraram na onda. No primeiro, o menu com quatro pratos dessa quinta, dia 8, sai por R$ 55 (individual), sendo que o freguês pode levar o vinho de casa sem pagar rolha. No segundo, o preço é um pouco mais alto - R$ 85 -, mas são duas entradas, três pratos principais e uma sobremesa, todos versões reduzidas de receitas criadas pelo chef Tatá Carvalho para seu novo cardápio.
Isso sem falar no fabuloso Amigo do Rei, que às terças e quartas não cobra rolha e dá 30% de desconto num dos pratos do cardápio.
Estão descobrindo que, às vezes, menos é mais.
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segunda-feira, 5 de julho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
O dia em que comi oito sanduíches no almoço
Hoje foi publicada uma matéria minha sobre a nova linha de hambúrgueres da rede norte-americana Applebee's, intitulada "Realburgers". O apelo desses hambúrgueres "de verdade" está principalmente no fato de que os bifes são moldados e temperados na hora, na tentativa de mostrar ao freguês que a cozinha da casa se preocupa com a qualidade do que está servindo. A ideia é tentar dar um certo tom artesanal a coisa toda. Achei a iniciativa louvável, visto que torna mais trabalhosa a rotina da equipe da cozinha e, no final das contas, nota-se grande diferença no produto final. Ponto para o Applebee's! E digo isso com propriedade, pois para fazer a matéria visitei a cozinha do restaurante (que fica no BH Shopping), conheci detalhes do processo e experimentei cada um dos sete novos sanduíches. Um pedacinho de cada, é lógico!
Bom, comecei não pela degustação, mas por um tour pela cozinha. A primeira coisa que me chamou a atenção foram os vários papeis informativos pregados na parede, com instruções de todo tipo. Esse ensina os funcionários a pronunciar corretamente o nome dos sanduíches:
É engraçado ler o inglês escrito assim! Esse aqui também:
Já esse ensina tim tim por tim tim o preparo do hambúrguer (cliquem na imagem para ampliá-la e ler as instruções):
O equipamento da esquerda mede a temperatura da chapa dos hambúrgueres com raio infravermelho e o da esquerda é uma espécie de espátula para limpá-la:
Cheguei, então, aos fundos da cozinha, onde o funcionário Daniel Novaes estava por conta de transformar parte do saco de acém bovino moído em bolas de 200g, que mais tarde seriam achatadas na forma de um hambúrguer:
200g, hein?! Complete com mais um pouquinho aí!
Recomendo uma visita a cozinha do Applebee's àqueles que são maníacos por organização. Vocês vão adorar cada detalhe! Há etiquetas para tudo:
Depois de chegarem ao peso certo, as bolas vão para uma gaveta refrigerada, de onde só são retiradas quando um pedido chega à cozinha:
É importante dizer que a casa não sai enrolando um montão de bolas num único dia para usar ao longo da semana. Elas são produzidas toda manhã. Logo, o hambúguer que você come hoje foi feito hoje. E quando o pedido chega, o chapeiro pega a bola de carne, coloca na chapa e a amassa sob um papel para lhe dar forma:
Agora sim fica parecendo um hambúrguer de verdade; não só pelo formato, mas também pelo aspecto irregular das beiradas. Reparem:
Bom, comecei não pela degustação, mas por um tour pela cozinha. A primeira coisa que me chamou a atenção foram os vários papeis informativos pregados na parede, com instruções de todo tipo. Esse ensina os funcionários a pronunciar corretamente o nome dos sanduíches:
É engraçado ler o inglês escrito assim! Esse aqui também:
Já esse ensina tim tim por tim tim o preparo do hambúrguer (cliquem na imagem para ampliá-la e ler as instruções):
O equipamento da esquerda mede a temperatura da chapa dos hambúrgueres com raio infravermelho e o da esquerda é uma espécie de espátula para limpá-la:
Cheguei, então, aos fundos da cozinha, onde o funcionário Daniel Novaes estava por conta de transformar parte do saco de acém bovino moído em bolas de 200g, que mais tarde seriam achatadas na forma de um hambúrguer:
200g, hein?! Complete com mais um pouquinho aí!
Recomendo uma visita a cozinha do Applebee's àqueles que são maníacos por organização. Vocês vão adorar cada detalhe! Há etiquetas para tudo:
Depois de chegarem ao peso certo, as bolas vão para uma gaveta refrigerada, de onde só são retiradas quando um pedido chega à cozinha:
É importante dizer que a casa não sai enrolando um montão de bolas num único dia para usar ao longo da semana. Elas são produzidas toda manhã. Logo, o hambúguer que você come hoje foi feito hoje. E quando o pedido chega, o chapeiro pega a bola de carne, coloca na chapa e a amassa sob um papel para lhe dar forma:
Agora sim fica parecendo um hambúrguer de verdade; não só pelo formato, mas também pelo aspecto irregular das beiradas. Reparem:
O tempero é daqueles que têm um nome indecifrável em inglês e levam uma infinidade de ingredientes não revelados para invasores como eu. Só é jogado sobre a carne quando ela já está na grelha:
Hora do queijo!
Enquanto isso, tosta-se levemente o pão:
A colocação do catchup e da maionese tem toda uma ciência:
Eis um "peppercorn steakhouse burger" (com toque de pimenta-do-reino e fios de cebola empanada) pronto para ir à mesa:
Comecei a degustação pelo ótimo "fire pit bacon burger" (R$ 32,50), que leva hambúrguer, queijo americano (seja lá o que for isso...), bacon, maionese com pimenta chipotle e salada:
Na sequência, "peppercorn steakhouse burger" (R$ 32,50), composto por hambúrguer, pimenta do reino moída na hora (que deu sabor muito especial), steak sauce (hein?), fios de cebola empanados, queijo americano (hein?) e maionese. Foi um dos melhores:
Esse "big apple burger" (R$ 35,90) é da pesada, pois é feito com nada menos que dois hambúrgueres, queijo jack (esse existe mesmo, não é nome fantasia!), quatro fatias de bacon, "cremoso molho ao estilo Applebee's" (isso é uma charada?) e salada. Recomendado só para quem está animado. Como escrevi na matéria, é um sanduíche cujo tamanho só permite aproximação da boca em diagonal:
E as surpresas não param por aí. Chegou à mesa o "cowboy burger" (R$ 32,90), que tem como ingredientes hambúrguer, bacon, queijo jack-cheddar, salada e... um anel de cebola empanado de uns dois dedos de largura! Meu Deus:
Agora um "bacon cheddar cheeseburger" (R$ 26,50) para limpar o paladar...
... antes do "surf 'n turf burger" (R$ 33,50), que propõe a bizarra combinação de hambúrguer com camarões, "mistura de queijo italianos" (mas são tantos e tão distintos!) e cebolas grelhadas. Enfim, gosto não se discute:
O último sanduíche da nova linha que provei foi o "quesadilla burger" (R$ 29,90), cujo ascendência tex-mex é caracterizada por hambúrguer, queijo jack-cheddar, bacon, salada, pimenta jalapeño em conserva, pico de gallo, "molho mexi ranch" (tecla sap, por favor!) e tortilhas de trigo no lugar do pão tradicional:
Achei que já havia concluído a missão quando a "saideira" chegou inesperadamente à mesa. Os "bbq pulled pork sliders" (R$ 24,90) são três mini sanduíches de carne de costela de porco defumada e desfiada com "molho southern bbq" (porque não basta ser barbecue...) e picles:
E o que tenho a dizer depois de tudo isso? Digo que sim, moldar e temperar a carne na hora parece fazer a diferença, pois todos os bifes estavam bronzeados por fora, suculentos por dentro e muito saborosos. Sem dúvida, há tempos eu não comia um hambúrguer tão bom.
Hora do queijo!
Enquanto isso, tosta-se levemente o pão:
A colocação do catchup e da maionese tem toda uma ciência:
Eis um "peppercorn steakhouse burger" (com toque de pimenta-do-reino e fios de cebola empanada) pronto para ir à mesa:
Comecei a degustação pelo ótimo "fire pit bacon burger" (R$ 32,50), que leva hambúrguer, queijo americano (seja lá o que for isso...), bacon, maionese com pimenta chipotle e salada:
Na sequência, "peppercorn steakhouse burger" (R$ 32,50), composto por hambúrguer, pimenta do reino moída na hora (que deu sabor muito especial), steak sauce (hein?), fios de cebola empanados, queijo americano (hein?) e maionese. Foi um dos melhores:
Esse "big apple burger" (R$ 35,90) é da pesada, pois é feito com nada menos que dois hambúrgueres, queijo jack (esse existe mesmo, não é nome fantasia!), quatro fatias de bacon, "cremoso molho ao estilo Applebee's" (isso é uma charada?) e salada. Recomendado só para quem está animado. Como escrevi na matéria, é um sanduíche cujo tamanho só permite aproximação da boca em diagonal:
E as surpresas não param por aí. Chegou à mesa o "cowboy burger" (R$ 32,90), que tem como ingredientes hambúrguer, bacon, queijo jack-cheddar, salada e... um anel de cebola empanado de uns dois dedos de largura! Meu Deus:
Agora um "bacon cheddar cheeseburger" (R$ 26,50) para limpar o paladar...
... antes do "surf 'n turf burger" (R$ 33,50), que propõe a bizarra combinação de hambúrguer com camarões, "mistura de queijo italianos" (mas são tantos e tão distintos!) e cebolas grelhadas. Enfim, gosto não se discute:
O último sanduíche da nova linha que provei foi o "quesadilla burger" (R$ 29,90), cujo ascendência tex-mex é caracterizada por hambúrguer, queijo jack-cheddar, bacon, salada, pimenta jalapeño em conserva, pico de gallo, "molho mexi ranch" (tecla sap, por favor!) e tortilhas de trigo no lugar do pão tradicional:
Achei que já havia concluído a missão quando a "saideira" chegou inesperadamente à mesa. Os "bbq pulled pork sliders" (R$ 24,90) são três mini sanduíches de carne de costela de porco defumada e desfiada com "molho southern bbq" (porque não basta ser barbecue...) e picles:
E o que tenho a dizer depois de tudo isso? Digo que sim, moldar e temperar a carne na hora parece fazer a diferença, pois todos os bifes estavam bronzeados por fora, suculentos por dentro e muito saborosos. Sem dúvida, há tempos eu não comia um hambúrguer tão bom.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Restaurante Maharaj quer outro chef indiano
Depois da saída do chef Bhagwan (que está se dando bem com sua própria casa) no final do ano passado, o restaurante indiano Maharaj está procurando outro chef do país asiático para assumir o comando da cozinha. Demorou, hein?
domingo, 16 de maio de 2010
Risoteria Sorriso abrirá filial no Anchieta
Ah, e estava eu hoje de manhã lá no Empório Paraíso, no Mercado Central, quando encontrei o chef Leandro Pimenta, da risoteria Sorriso, fazendo compras. Me disse que o restaurante ganhará filial dentro de aproximadamente dois meses. O imóvel escolhido foi uma casa antiga na rua Pium-I, em frente ao bar Mundaka, pouco acima do agitado miolo ocupado por Bar da Neca, Botequim Mineiro, Cia do Boi, Albano's, Marília etc, no bairro Anchieta. A proposta será a mesma da matriz (Rua Curitiba, 2.307, Lourdes), ou seja, foco na diversidade de receitas em torno da especialidade italiana. Com a inauguração da nova casa, a intenção, revela o chef, é ousada: transformar o negócio numa franquia e ultrapassar os limites de Minas Gerais. As obras começam nessa terça, dia 18.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
O Rei da Tapioca está vivo!
Gente, fonte segura acaba de me informar que a loja O Rei da Tapioca não foi fechada! Mês passado publiquei um post sobre tapioca depois de ter ouvido alguém comentar sobre o suposto fechamento da casa. Ainda bem que não embarquei nessa... Bom, fato é que continua funcionando a todo vapor. Ufa! Vamos lá conferir! Anotem aí: Rua Sergipe, 1.437, Savassi; (31) 2512-6553.
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terça-feira, 27 de abril de 2010
Desculpem pelo atraso, mas...
Sei que devo ser o último a saber disso em todo o Cone Sul, mas acho que vale o registro: o Pizza Sur tem rodízio de pizza e empanada. Por R$ 20,90 (por pessoa), eles servem cerca de 30 sabores de pizza e sete de empanada. Como são fatias finas e pequenas, me explicou o garçom, cada pessoa consegue experimentar, em média, 15 sabores da redonda. Às segundas (unidade Praça da Liberdade), terças (Cruzeiro) e quartas (Savassi), sempre de 18h30 às 23h.
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sexta-feira, 23 de abril de 2010
Mais uma do "Sr. Festival"
Gabriel Carvalho, chef do restaurante italiano Sapore d'Italia (Rua Mestre Luiz, 64, São Pedro, 31 3227-4585), adora festivais gastronômicos temáticos. Ao longo do ano, realiza edições para celebrar frutos do mar, camarões, cordeiro etc. Agora é a vez do risoto. É o primeiro evento do gênero que promove este ano. Começou esta semana e vai até dia 15 do mês que vem. Você paga R$ 54 (às terças e quartas) ou R$ 64 (de quinta a domingo) e come a seguinte sequência de pratos:
Entradas
Bruschetta ao mlho de tomate e crocante da Sardenha (feito com pães de massa fina)
Risotos
De filezinhos de lagostim
De cogumelos frescos mistos
De camarões e aspargos verdes frescos
De parmesão trufado com filé em crosta de alecrim
Com ragu de cordeiro
Sobremesa
Tiramisù
Durante o festival, novos risotos poderão ser acrescentados, dependendo do que o chef encontrar por aí de mais fresco. Outra coisa: é possível levar o próprio vinho de casa e pagar apenas uma taxa de R$ 3 por uso de cada taça. Muito melhor do que pagar R$ 40, R$ 50 de rolha, não acham?
Entradas
Bruschetta ao mlho de tomate e crocante da Sardenha (feito com pães de massa fina)
Risotos
De filezinhos de lagostim
De cogumelos frescos mistos
De camarões e aspargos verdes frescos
De parmesão trufado com filé em crosta de alecrim
Com ragu de cordeiro
Sobremesa
Tiramisù
Durante o festival, novos risotos poderão ser acrescentados, dependendo do que o chef encontrar por aí de mais fresco. Outra coisa: é possível levar o próprio vinho de casa e pagar apenas uma taxa de R$ 3 por uso de cada taça. Muito melhor do que pagar R$ 40, R$ 50 de rolha, não acham?
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terça-feira, 13 de abril de 2010
Tapioca, a missão
Outro dia vieram me falar sobre uma nova casa em BH, especializada em tapioca. Fucei na internet e descobri que se trata do Rei da Tapioca, loja situada na Rua Sergipe, 1.437, naquele último quarteirão, na Savassi. Aí, ontem, outra pessoa me disse que a casa já foi fechada! Já?! Isso procede mesmo? Nem deu tempo de conferir! Então, pergunto: onde comer tapioca em BH?
Minha última tapioca foi em janeiro do ano passado, no Pará. Tapiocas com geleia de cupuaçu, com queijo de búfala ou só na manteiga... Delícia! Com aquela típica empolgação de turista, eu e minha mulher (que se tornou fã de tapioca) trouxemos para casa aquela frigideirinha de alumínio para prepará-la e um sacão de goma, que rapidinho ficou imprestável. Então, faço uma segunda pergunta: onde comprar a bendita goma em BH?
Minha última tapioca foi em janeiro do ano passado, no Pará. Tapiocas com geleia de cupuaçu, com queijo de búfala ou só na manteiga... Delícia! Com aquela típica empolgação de turista, eu e minha mulher (que se tornou fã de tapioca) trouxemos para casa aquela frigideirinha de alumínio para prepará-la e um sacão de goma, que rapidinho ficou imprestável. Então, faço uma segunda pergunta: onde comprar a bendita goma em BH?
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segunda-feira, 12 de abril de 2010
Vinhos ibéricos na Enoteca Decanter
A Enoteca Decanter (Rua Fernandes Torinho, 503, Funcionarios, 31 3287-3618) promove nesta quinta-feira, dia 15, às 20h, um taste'n'buy cujo tema são vinhos ibéricos. Funciona assim: você paga R$ 150 e tem direito de provar todos os rótulos do evento. Ao final, degusta-se um prato e converte-se o valor pago em bônus de consumo. Quem pagar antecipadamente resgata todo o investimento, revertido em bônus para compra dos vinhos provados; quem paga na hora, resgata bônus de R$ 100. O prato do dia será um risoto com ragu de contrafilé e molho de mostarda. Eis os vinhos:
Brancos:
- Blanco Barrica Ercavio 2008, Mas Que Vinos (Toledo, Espanha) - R$ 59
- Malvasia Fina 2007, Quinta das Maias (Dão, Portugal) - R$ 67,20
Rosês:
- Rosado Ercavio 2008, Mas que Vinos (Toledo, Espanha) - R$ 36
- Vale da Raposa 2007, Alves de Sousa (Douro, Portugal) - R$ 69,70
Tintos:
- Strabon Reserva Oro 2007, Gil Luna (Toro, Espanha) - R$ 90,25
- Tempranillo Reserva Amarem 2002, Luis Canãs (Rioja, Espanha) - R$ 298
- Carmine Grou 2006 (Alentejo, Portugal) - R$ 90,75
- Quinta da Gaivosa 2003, Alves de Sousa (Douro, Portugal) - R$ 216,65
Brancos:
- Blanco Barrica Ercavio 2008, Mas Que Vinos (Toledo, Espanha) - R$ 59
- Malvasia Fina 2007, Quinta das Maias (Dão, Portugal) - R$ 67,20
Rosês:
- Rosado Ercavio 2008, Mas que Vinos (Toledo, Espanha) - R$ 36
- Vale da Raposa 2007, Alves de Sousa (Douro, Portugal) - R$ 69,70
Tintos:
- Strabon Reserva Oro 2007, Gil Luna (Toro, Espanha) - R$ 90,25
- Tempranillo Reserva Amarem 2002, Luis Canãs (Rioja, Espanha) - R$ 298
- Carmine Grou 2006 (Alentejo, Portugal) - R$ 90,75
- Quinta da Gaivosa 2003, Alves de Sousa (Douro, Portugal) - R$ 216,65
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sexta-feira, 2 de abril de 2010
Saídas para o nhoque da mesmice
Sei que esse papo de nhoque da fortuna todo dia 29 é manjado pacas, mas recebi informações a respeito disso vindas lá do restaurante Quinto do Ouro, no hotel Ouro Minas, que chamaram a atenção. A partir de agora, todo dia 29 de cada mês, eles colocarão no cardápio do almoço e jantar quatro opções de nhoque (R$ 29, cada), algumas delas diferentes do habitual. Vejam o que acham:
- nhoque de moranga com carne de sol
- nhoque de batata à bolonhesa ou ao sugo
- nhoque de inhame com ragu de costelinha
- nhoque de couve-flor ao molho de gorgonzola
Sei que os dois primeiros são mais batidos (não que não sejam boas combinações, claro), mas os dois últimos achei bem interessantes.
- nhoque de moranga com carne de sol
- nhoque de batata à bolonhesa ou ao sugo
- nhoque de inhame com ragu de costelinha
- nhoque de couve-flor ao molho de gorgonzola
Sei que os dois primeiros são mais batidos (não que não sejam boas combinações, claro), mas os dois últimos achei bem interessantes.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Bacalhau para todos os gostos
Há três anos o chef Ivo Faria, do Vecchio Sogno, promove durante esta época uma temporada de bacalhau. A deste ano não decepcionou, tanto pela variedade de receitas, como pelas apostas em certas combinações pouco usuais. A principal novidade, porém, foi o formato que escolheu para oferecer os pratos: é possível optar entre um menu degustação e pedidas à la carte. Confiram:
MENU DEGUSTAÇÃO
Entrada
Casquinha de bacalhau gratinada com cogumelo shiitake, tomate, basílico e molho à la creme (redução de creme de leite e queijo)
1º prato
Cartucho de bacalhau assado (massa de rolinho primavera recheada), servido com polenta cremosa e crocante de chuchu ao molho Borba Gato (feito com vinho branco, pele e espinhas do peixe)
Prato principal
Bacalhau do Manoel (empanado na farinha japonesa panko e frito), acompanhado por batata rösti recheada com refogado de alho-poró e molho de alcaparras
Sobremesa
Trilogia portuguesa
R$ 112 (por pessoa, não inclui bebidas)
CARDÁPIO ESPECIAL
Entradas
- Casquinha de bacalhau gratinada com cogumelo shiitake, tomate, basílico e molho à la creme (redução de creme de leite e queijo) (R$ 26)
- Crepe de trigo integral com bacalhau e vegetais (R$ 29)
- Cartucho de bacalhau assado (massa de rolinho primavera recheada), servido com polenta cremosa e crocante de chuchu ao molho Borba Gato (feito com vinho branco, pele e espinhas do peixe) (R$ 29)
Pratos principais
- Risoto de bacalhau com creme de queijo taleggio e crocante de presunto cru (R$ 66)
- Nhoque verde à moda do veleiro (a massa é a mesma usada para profiteroles e leva salsa; ao molho de bacalhau com camarão, tomate e azeitonas) (R$ 65)
- Cappelletti com ragú de bacalhau e crocante de amêndoa (R$ 65)
- Posta de bacalhau gratinada com molho de frutos do mar (R$ 86)
- Posta de bacalhau grelhada sobre purê de quinoa e tempurá de aspargos (R$ 84)
- Bacalhau lusitano (com batata salteada, brócolis, molho feijão branco com bacon, alho frito e mini folhas) (R$ 84)
- Bacalhau do Manoel (empanado na farinha japonesa panko e frito), acompanhado por batata rösti recheada com refogado de alho-poró e molho de alcaparras (R$ 84)
MENU DEGUSTAÇÃO
Entrada
Casquinha de bacalhau gratinada com cogumelo shiitake, tomate, basílico e molho à la creme (redução de creme de leite e queijo)
1º prato
Cartucho de bacalhau assado (massa de rolinho primavera recheada), servido com polenta cremosa e crocante de chuchu ao molho Borba Gato (feito com vinho branco, pele e espinhas do peixe)
Prato principal
Bacalhau do Manoel (empanado na farinha japonesa panko e frito), acompanhado por batata rösti recheada com refogado de alho-poró e molho de alcaparras
Sobremesa
Trilogia portuguesa
R$ 112 (por pessoa, não inclui bebidas)
CARDÁPIO ESPECIAL
Entradas
- Casquinha de bacalhau gratinada com cogumelo shiitake, tomate, basílico e molho à la creme (redução de creme de leite e queijo) (R$ 26)
- Crepe de trigo integral com bacalhau e vegetais (R$ 29)
- Cartucho de bacalhau assado (massa de rolinho primavera recheada), servido com polenta cremosa e crocante de chuchu ao molho Borba Gato (feito com vinho branco, pele e espinhas do peixe) (R$ 29)
Pratos principais
- Risoto de bacalhau com creme de queijo taleggio e crocante de presunto cru (R$ 66)
- Nhoque verde à moda do veleiro (a massa é a mesma usada para profiteroles e leva salsa; ao molho de bacalhau com camarão, tomate e azeitonas) (R$ 65)
- Cappelletti com ragú de bacalhau e crocante de amêndoa (R$ 65)
- Posta de bacalhau gratinada com molho de frutos do mar (R$ 86)
- Posta de bacalhau grelhada sobre purê de quinoa e tempurá de aspargos (R$ 84)
- Bacalhau lusitano (com batata salteada, brócolis, molho feijão branco com bacon, alho frito e mini folhas) (R$ 84)
- Bacalhau do Manoel (empanado na farinha japonesa panko e frito), acompanhado por batata rösti recheada com refogado de alho-poró e molho de alcaparras (R$ 84)
quarta-feira, 24 de março de 2010
Hermanos em BH
Em primeiro lugar, se estou esquecendo de alguém, me perdoem e terei o maior prazer em reparar minha falta! O assunto são os argentinos que volta e meia aparecem na cena gastronômica de BH. Não farei aqui uma retrospectiva histórica, pois me concentro no período de poucos anos para cá.
Se não me engano, um dos primeiros foi Angel Eguinoa, que mora por aqui mas ganhou fama com suas paellas gigantes preparadas durante o festival de gastronomia de Tiradentes. Nasceu na Argentina, mas é filho de espanhóis.
Depois veio Paula Karasch, que abriu com o marido, Reinaldo, o Artesanato da Pizza (hoje extinto) e há poucos anos inaugurou a Bodega 361 (autoproclamada "bistrô argentino") no condomínio Vale do Sol, em Nova Lima.
Então foi a vez de Gustavo Roman, que se deu bem por aqui com sua Pizza Sur (Praça da Liberdade, Cruzeiro e Savassi), conhecida por pizzas retangulares, empanadas e vinhos de bom custo/benefício. Inclusive, ccomenta-se que em poucos meses ele vai abrir uma parrilla na cidade.
Já o Café com Tango (primeiro quarteirão da Rua Marília de Dirceu, em Lourdes), apesar de diminuto, conquistou seu espaço com sanduíches preparados no local (incluindo os hambúrgueres). Porém, recentemente Ricardo Aisen deixou a casa e voltou para sua Argentina natal, ficando a frente do negócio sua ex-mulher, a brasileira Maria Lúcia.
Há algum tempo soube da existência da Ayres Empanadas (Rua Flórida, 235, Sion) e outro dia passei por lá para ver como era. Me parece que começou apenas como delivery e, à época da minha rápida visita (coisa de dois meses atrás), tinha até lugar para sentar, comer e beber um vinho. Só não deu para experimentar nenhuma empanada! Vou lá qualquer dia desses.
Pois agora há pouco me chega aos ouvidos que mais um hermano está com negócio na cidade. Corajoso, Santiago Calonga elegeu a varanda do segundo andar do edifício Maletta, no centro, para abrir um café chamado Arcangelo. Vejam nest link como parece ser interessante o lugar. Não sei detalhes sobre os comes e bebes de lá, mas parece que preparam no local os próprios alfajores. O café tem Twitter, caso queriam conferir. Fiquei curioso.
domingo, 21 de março de 2010
Fui ao Bhagwan
Voltei há pouco do restaurante Buffet Bhagwan. Como a maioria dos leitores que passaram por este blog e deixaram impressões sobre o local, saí de lá com a vontade de voltar logo, com a sensação de ter deixado para trás outras possibilidades de prazer a bom preço. Ou não acham que R$ 107,80 por tudo o que foi fotografado abaixo (incluindo ainda um pão, uma porção de arroz e bebidas) para quatro pessoas está bom? Eu achei. Começamos com naan com manteiga e gergelim, um pão achatado quentinho e gostoso, para comer rasgando com as mãos, do jeito que eu adoro...
... e porção de samosas mistas (legumes, batata e frango). As opiniões divergiram à mesa. Minha mulher votou na de legumes e eu, na de batata. Todas estavam sequinhas e saborosas...
... acompanhadas pelos chutneys de praxe (coco, tamarindo e mamão). O de tamarindo estava especialmente bom:
Pedi lassi de manga. Já havia tomado outros antes e não achei o de lá o melhor. Espesso demais para o meu gosto. Acho que faltou mais gosto da fruta e a acidez do iogurte. O sabor final mais parecia o de uma vitamina. Pode ser que o chef Bhagwan prepare assim seu lassi em casa ou que siga realmente uma receita típica de sua Índia natal, mas pessoalmente prefiro a bebida mais leve e ácida. Talvez a tarde quente tenha criado em meu paladar expectativa por algo mais refrescante.
O atendimento é realmente um ponto crítico na casa. Muitos haviam comentado sobre isso, então, fomos todos preparados para o pior. Além da filha de Bhagwan, Rukamani, havia uma outra jovem auxiliando no serviço das mesas. Mesmo assim, as duas mal davam conta de atender todo mundo. Na hora de pedir os pratos principais, foi uma luta. As duas passavam de um lado para outro sem aquela visão global que todo garçom precisa ter, ou seja, iam e voltavam sem perceber que nós quatro estávamos TODOS de braços levantados tentando chamar a atenção. Tentamos mudar a estratégia e fazer a "ola" das torcidas de futebol, mas também não adiantou. Como sabíamos que o atendimento seria complicado, a situação estava até engraçada. Encaramos com bom humor. Mas é claro que ninguém é obrigado a tolerar isso. Ainda mais porque haviam potenciais fregueses dando meia volta porque não havia lugar para sentar! Como relatei recentemente, o lugar realmente está na boca do povo. Ao menos os pedidos não demoram a chegar à mesa! De toda forma, espero que não tardem a melhorar o atendimento, pois depois da primeira vez tentando ser atendido, tudo isso perde a graça.
Por fim, conseguimos pedir peito de frango ao molho de especiarias com tomate...
... e peito de frango ao molho de iogurte e masala, o famoso "tikka masala":
Ambos estavam extremamente macios e suculentos, envoltos em molhos absolutamente distintos. Enquanto o primeiro tem sabor um pouco mais agressivo (especiarias) e picante, o segundo é mais macio e cremoso. Novas divergências à mesa: uns queriam mais e outros, menos condimentação. Os amigos acharam o tempero forte, apesar de não chegar a incomor e de estar gostoso. Nós queríamos toque mais forte de especiarias e mais picância, apesar de termos achado tudo saboroso. Em relação ao sal, não tenho ressalvas.
O tamanho das porções de carne, como podem ver, não é grande. Uma pessoa com muita fome talvez consiga comer uma delas sozinha e, se quiser, com um acompanhamento, como o arroz com ervilha...
No caso de um casal, uma porção de carne e um acompanhamento como o que aparece acima são o suficiente para uma pequena fome. Fica no tamanho ideal quando se pede, ainda, um pão e uma entrada para dividir. Ainda sobre espaço para a sobremesa:
Esse sorvete caseiro com cara de cidade do interior é, na verdade, receita típica indiana. Chama-se kulfi e tem como base leite e açúcar - pelo menos é o que ensina meu livro The food of India (Murdoch), referência das boas no assunto. O único sabor disponível na casa é o de manga, que vem recheado de pistaches. Aprovei.
Na saída, nos deparamos com o seguinte aviso na porta:
Parece que Bhagwan já se tocou do problema. Tomara!
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Será que ele veio para ficar?
Olhando assim talvez não dê para saber o que é que está nesse prato, mas quem já se alimentou de forma rápida e barata pelas ruas da Europa tem mais chances de advinhar. Que tal assim, então:
Esse é o kebab, sanduíche de ascendência árabe hoje espalhado pelo velho mundo como fast food de rua. Geralmente é feito assim: você chega no balcão, pede o seu, o atendente se volta para o espeto giratório vertical no qual a carne (boi, frango, carneiro) é assada em camadas, fatia um bocado de carne, a coloca sobre um pão sírio, acrescenta legumes (cebola, tomate, pepino), finaliza com molho (iogurte, tarator, de alho), enrola, coloca numa folha de papel, enrola a ponta para não abrir, te entrega e você sai comendo pela rua. Alguns colocam batata frita no meio, antes de enrolar. Outros fincam uma cebola ou tomate na ponta do espeto giratório. E há quem diga que esse sanduíche foi criado em Berlim. A maior colônia de turcos fora da Turquia está na Alemanha, a propósito. No final das contas, a única conclusão a que se chega é a de que em cada lugar o sanduíche sai de um jeito diferente.
Na verdade, há vários tipos de kebab. Conheço uns cinco, talvez. Muda de nome de acordo com a maneira de servir a carne. Assada aos pedaços, em espetos pequenos, é shish. Moída e agregada sobre um espeto achatado e largo (parecido com uma espadinha) é adana. Fatiada e servida com molho de tomate e iogurte é iskender. Assada em camadas sobrepostas no espeto giratório é döner. É dessa última versão que falamos aqui. No Brasil é mais conhecido como churrasquinho grego. Penso que por causa do gyros, sanduíche grego praticamente idêntico (cuja carne também é preparada como a do döner), consequentemente, também espalhado pelo mundo com esse nome e não como kebab. Inclusive existe certa disputa entre gregos e turcos em torno do local de nascimento da "criança". Cada um puxa a sardinha, ou melhor, o espeto giratório para sua brasa.
Em São Paulo algumas casas preparam esse sanduíche, mas a princípio não se parecem com as bitacas de esquina que o vendem em países europeus e na Turquia, onde já tive a oportunidade de comê-lo. Bem como não se parecem com a unidade nova do restaurante Vila Árabe (Avenida do Contorno, 5.671, Savassi; 31 3284-4191), aberta recentemente aos pés da subida do tobogã da avenida do Contorno, em BH. E lá o kebab é anunciado num banner que fica na entrada. Fiquei feliz quando vi isso, passando de carro pela avenida e imediatamente criei curiosidade para conhecer o sanduíche de lá e a casa em si, já que leva o subtítulo de empório gourmet junto a placa.
Pois foi na última segunda-feira, dia 22, que matei minha curiosidade. Fui almoçar lá. Lugar espaçoso, bem arrumado, com mesas de madeira que reproduzem o padrão "de demolição", cadeiras estofadas e um providencial ar condicionado. Em tempos de calor abominável como agora, nada melhor que chegar num oásis como esse.
O espeto típico do döner fica logo na entrada da casa, mas estava desligado. Fui informado pelo garçom que ele só funciona a partir das 17h. Pensativo, resolvi flanar entre as prateleiras do pequeno empório nos fundos. Tem tahine, halawa (com e sem pistache), vinho libanês, doces típicos, xarope de romã, água de flor de laranjeira, temperos, frutas secas, enlatados importados (favas, homus etc) e por aí vai. Mas nada muito além disso. A oferta de produtos árabes é tímida se comparada a dos empórios dos "brimos" paulistanos na região da 25 de março. Mesmo assim, é ótimo ter uma casa como essa na cidade, visto que oferta igual ou melhor ainda é rara na cidade.
Em questão de minutos fui novamente abordado por funcionária da casa, que gentilmente me ofereceu ajuda. Fiz mais algumas perguntas sobre o kebab local e fui informado que, mesmo com a máquina para assá-lo desligada, o sanduíche é servido. A carne é a mesma, me garantiu, mas sem especificar de que animal era. É chapeada, em vez de assada no espeto giratório. Convencido, pedi um e fui me sentar. Quando assustei (cinco minutos depois), o kebab chegou a mesa! Ele é o das duas fotos acima. Leva carne de boi fatiada, molho tarator (à base de tahine), tomate, cebola e picles. Custa R$ 8,50. Saboroso e, como era de se esperar, diferente dos que comi do outro lado do Atlântico. Vale a pena para matar as saudades, ainda mais porque, se não me engano, apenas essa unidade do Vila Árabe e o Fafalel (ali perto, na esquina da Contorno com Cristóvão Colombo) servem esse sanduíche em BH. Pelo menos por enquanto.
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Salvem as fritas!
Esta semana estive no Baltazar (Rua Oriente, 571, Serra, 31 3221-7361), casa portuguesa da qual gosto muito. Na última vez em que fui lá, saí satisfeito com o atendimento, o chope (bem tirado) e a qualidade da comida (salada fria de bacalhau). Na visita de agora tomei alguns chopes de primeiríssima e fui muito bem atendido, mas o que mais chamou a atenção foi a batata frita: era aquela de antigamente! Todas mais ou menos (repito: mais ou menos) com a mesma espessura, mas cada uma com suas “particularidades”, ou seja, tamanho, marquinhas etc. Finas (mas não muito), boa cor, quase sequinhas e com sabor e textura de batata de verdade! Ou vocês acham que os palitinhos congelados dão na mesma? Definitivamente, acho que não! Dá uma diferença danada... Sei que é uma espécie em extinção nos botequins por aí, por isso é tão bom (e cada vez mais melancólico) encontrá-la de vez em quando. Viva a batata frita à moda antiga!
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Ceviche: pega ou não pega?
Devagarinho, os ceviches começam a chegar por aqui. Já foram capa do Paladar, matéria da Folha e agora o restaurante Atlantico (Rua São Paulo, 1.984, Lourdes; 31 3275-3384) está servindo algumas receitas. Ainda não existem cevicherias na cidade - em São Paulo há talvez umas quatro, inclusive uma do famoso chef peruano Gastón Acurio, chamada Lamar -, mas é possível comer ceviche em uma ou outra casa por aqui. Acredito que neste cardápio (clique nele para ampliar) está a maior oferta de ceviches da cidade no momento:


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