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terça-feira, 27 de abril de 2010
Desculpem pelo atraso, mas...
Sei que devo ser o último a saber disso em todo o Cone Sul, mas acho que vale o registro: o Pizza Sur tem rodízio de pizza e empanada. Por R$ 20,90 (por pessoa), eles servem cerca de 30 sabores de pizza e sete de empanada. Como são fatias finas e pequenas, me explicou o garçom, cada pessoa consegue experimentar, em média, 15 sabores da redonda. Às segundas (unidade Praça da Liberdade), terças (Cruzeiro) e quartas (Savassi), sempre de 18h30 às 23h.
Aqui tem
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segunda-feira, 22 de março de 2010
Invasão na praia dos paulistanos
Mais uma rapidinha: depois de abrir uma filial em Campinas (SP), a 68 La Pizzeria tomou um bocado mais de coragem e fechou ponto para sua segunda casa fora de BH no bairro de Moema, em São Paulo. Pelo visto, o pessoal não está para brincadeira...
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Feijão-tropeiro, estrogonofe, maracujá e bombom
Você acha que já viu tudo em matéria de sabores diferentes de pizza? Tem certeza? Olha lá, hein?! Então veja alguns dos sabores da pizzaria Parada do Cardoso (Rua Dores do Indaiá, 409, Santa Tereza, 31 3461-4798):
Pizza Mineirinho Come "Queto" (R$ 32,50, 35cm): molho de tomate, feijão-tropeiro (sim, feijão-tropeiro!), cobertura de mussarela e, por cima, torresmo e cebolinha.
Pizza Frangonofe (R$ 37,50, 35 cm): estrogonofe de frango com cobertura de batata-palha. Depois do torresmo da pizza anterior, a batata-palha não me surpreendeu tanto.
Pizza de filé ao gorgonzola (R$ 39,50, 35cm): pois é, o tira-gosto "obrigatório" virou pizza.
Pizza mexicana (R$ 40,50, 35cm): mussarela, catupiry, peito de frango, tomate, cebola, pimentão, pimenta-dedo-de-moça e pimenta-cambuci.
Pizza de bombom Sonho de Valsa (R$ 39,50, 35cm): vem com sorvete de creme.
Essas são as pizzas "clássicas" da casa. As que seguem abaixo fazem parte da "nova coleção":
Pizza Porconóbis (R$ 39,50, 35cm): muçarela, costelinha de porco, linguiça calabresa, cebola, orégano, orapronóbis e pimenta biquinho. A princípio, ninguém tem conhecimento de que essa palavra - porconóbis - já existia como parte do nome de um tira-gosto do bar Casa Cheia.
Pizza de salmão defumado ao molho de maracujá (R$ 41,50, 35cm): com muçarela de búfala e orégano. A combinação manjada "acabou em pizza".
Pizza Espanta Vampiro (R$ 32, 35cm): mussarela, bacon torrado e alho torrado. Essa vale mais pelo nome. Uma cabeça de alho assada no meio da pizza daria maior impacto.
Pizza fricassê (R$ 37,50, 35cm): mussarela, molho branco com frango, catupiry, cebolinha e champignon. Será que existe acréscimo de batata palha e arroz branco para essa?
Pizza de queijo brie com damasco (R$ 37,50, 35cm): com muçarela, champignon, manjericão e mel. Mais uma combinação manjada "terminando em pizza". Não fosse pelo champignon, ficaria na fronteira das pizzas de sobremesa.
Pizza Romeu e Julieta (R$ 34,50, 35cm): com muçarela, parmesão e goiabada cascão. Será que ainda não pensaram numa pizza com nosso doce de leite?
Pizza Mineirinho Come "Queto" (R$ 32,50, 35cm): molho de tomate, feijão-tropeiro (sim, feijão-tropeiro!), cobertura de mussarela e, por cima, torresmo e cebolinha.
Pedro Motta/EM
Pizza Frangonofe (R$ 37,50, 35 cm): estrogonofe de frango com cobertura de batata-palha. Depois do torresmo da pizza anterior, a batata-palha não me surpreendeu tanto.
Pedro Motta/EM
Pizza de filé ao gorgonzola (R$ 39,50, 35cm): pois é, o tira-gosto "obrigatório" virou pizza.
Pizza mexicana (R$ 40,50, 35cm): mussarela, catupiry, peito de frango, tomate, cebola, pimentão, pimenta-dedo-de-moça e pimenta-cambuci.
Pizza de bombom Sonho de Valsa (R$ 39,50, 35cm): vem com sorvete de creme.
Essas são as pizzas "clássicas" da casa. As que seguem abaixo fazem parte da "nova coleção":
Pizza Porconóbis (R$ 39,50, 35cm): muçarela, costelinha de porco, linguiça calabresa, cebola, orégano, orapronóbis e pimenta biquinho. A princípio, ninguém tem conhecimento de que essa palavra - porconóbis - já existia como parte do nome de um tira-gosto do bar Casa Cheia.
Pizza de salmão defumado ao molho de maracujá (R$ 41,50, 35cm): com muçarela de búfala e orégano. A combinação manjada "acabou em pizza".
Pizza Espanta Vampiro (R$ 32, 35cm): mussarela, bacon torrado e alho torrado. Essa vale mais pelo nome. Uma cabeça de alho assada no meio da pizza daria maior impacto.
Pizza fricassê (R$ 37,50, 35cm): mussarela, molho branco com frango, catupiry, cebolinha e champignon. Será que existe acréscimo de batata palha e arroz branco para essa?
Pizza de queijo brie com damasco (R$ 37,50, 35cm): com muçarela, champignon, manjericão e mel. Mais uma combinação manjada "terminando em pizza". Não fosse pelo champignon, ficaria na fronteira das pizzas de sobremesa.
Pizza Romeu e Julieta (R$ 34,50, 35cm): com muçarela, parmesão e goiabada cascão. Será que ainda não pensaram numa pizza com nosso doce de leite?
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Barbada da semana
A Publifolha está com uma série de livros de gastronomia muito interessantes. Digo que fazem parte de uma série por conta própria, pois olhando as capas é fácil perceber que compartilham da mesma identidade visual - se estiver errado, por favor, alguém me corrija. Identifiquei seis: Sushi, Comidinhas, Comidinhas de rua, Comidinhas orientais, Pizzas e o mais novo deles, Conservas e compotas. Tenho apenas um, o Comidinhas de rua, que considero um dos mais atraentes livros de gastronomia lançados em 2008 no Brasil. O chef Tom Kime perambulou por cerca de 20 países (a maioria deles fora da Europa) para descobrir o que é que o povo come nas ruas.
O que acho mais legal nesse livro é que, como resultado do critério adotado por ele, as receitas apresentadas pouco lembram os clichês culinários que normalmente citaríamos para cada país. Por exemplo: na parte dedicada ao Brasil não há feijoada ou moquecas, mas caldo de sururu e queijo de coalho na brasa. Afinal, não se trata de comida de restaurante, mas de rua! Ou seja, estamos falando de carrinhos, ambulantes, bibocas e todo tipo de espelunca móvel/semimóvel. Justamente por isso, é possível ter acesso a receitas que, apesar de não estarem na maioria dos livros de culinária, são igualmente merecedoras de uma chance em nossas cozinhas.
Alguns livros dessa série estão sendo vendidos no site da Livraria da Folha por R$ 45 (caso do ótimo Comidinhas de rua), outros a R$ 31,92 (Pizzas) e R$ 36 (Sushi). Caso a qualidade dos demais volumes seja alta como de Comidinhas de rua (capa dura, fotos lindas, receitas apetitosas, comentários etc), trata-se de uma autêntica barbada! Imperdível!
O que acho mais legal nesse livro é que, como resultado do critério adotado por ele, as receitas apresentadas pouco lembram os clichês culinários que normalmente citaríamos para cada país. Por exemplo: na parte dedicada ao Brasil não há feijoada ou moquecas, mas caldo de sururu e queijo de coalho na brasa. Afinal, não se trata de comida de restaurante, mas de rua! Ou seja, estamos falando de carrinhos, ambulantes, bibocas e todo tipo de espelunca móvel/semimóvel. Justamente por isso, é possível ter acesso a receitas que, apesar de não estarem na maioria dos livros de culinária, são igualmente merecedoras de uma chance em nossas cozinhas.
Alguns livros dessa série estão sendo vendidos no site da Livraria da Folha por R$ 45 (caso do ótimo Comidinhas de rua), outros a R$ 31,92 (Pizzas) e R$ 36 (Sushi). Caso a qualidade dos demais volumes seja alta como de Comidinhas de rua (capa dura, fotos lindas, receitas apetitosas, comentários etc), trata-se de uma autêntica barbada! Imperdível!
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Barbada da semana
Não acho que a pizza do Pomodori (Rua Paraíba, 1.356, Savassi, 31 3281-9299) seja a melhor que já comi em toda a minha vida e ela também não se se parece com as fininhas e valorizadas redondas a la Carlo Zangrando & cia (e, afinal, cada um tem seu gosto e a gente respeita!). Mesmo assim, vendida em fatias de sabores variados a R$ 3,60 (ainda é esse o preço?) para serem comidas na calçada ou no agradável e acolhedor ambiente interno são uma legítima barbada. É uma pizza decente, bem feita e gostosa - assada em forno a lenha. Atende perfeitamente quem quer apenas um ataque rápido na hora do almoço ou uma esticada sem pressa a partir do final da tarde. Com um chope gelado, então... Me impressiona ainda não terem se espalhado pela cidade como franquia ou algo do tipo, já que têm um negócio muito bem formatado.
sábado, 26 de dezembro de 2009
Pizzas, pizzas, pizzas...
Ontem, no caderno Divirta-se, foi publicada matéria minha sobre novidades na área de pizzarias de BH. A saber: Santa Pizza, Pizza Sur e Botica. Não posso deixar de mostrar para vocês algumas das fotos que fiz durante minha visita ao Santa Pizza, no Santa Tereza. A vizinhança me encantou. Este trecho da Rua Silvianópolis, onde fica a casa, mais parece uma cidade do interior...
A fachada antiga da imóvel ajuda a manter o clima de antigamente. Na década de 1940, ali funcionava um armazém:
Inclusive, os proprietários de lá encontraram escondido no forro um velho livro de registro de vendas. Estão restaurando para deixar em exposição no local. Essa é uma visão do ambiente interno, em estilo rústico:
Agora resta saber se a pizza é boa como a da primeira unidade, aberta em 2003 na Serra do Cipó. Estive lá uma única vez, em 2004.
Em breve
Aproveitando o ensejo, adianto aqui que o argentino Gustavo Roman, proprietário da Pizza Sur, planeja abrir mais uma unidade ano que vem. Será na Savassi ou no Funcionários e terá como diferencial em relação às demais lojas (Cruzeiro e Praça da Liberdade) a parrilla. Afinal, ele é argentino! Ele garante que a futura casa também terá chopeira, mas que "esse negócio de comer carne com cerveja já era". Ou seja, vai incrementar ainda mais o serviço de vinhos, com promoções e ofertas. Ele já realiza trabalho louvável vendendo mais da metade de seus 60 rótulos abaixo de R$ 55 e agora quer implementar ações do tipo uma garrafa de vinho por pessoa em cada mesa. É ver para crer. Tomara que dê certo.
Rodízio
Por fim, o Botica, agora reaberto com novos proprietários, manteve massas e pizzas no cardápio. A novidade fica por conta do rodízio, oferecido por R$ 20,90 (individual) nas noites de terça e quarta. Entre os sabores, palmito com tomate seco, pêra com gorgonzola e os tradicionais de sempre.
A fachada antiga da imóvel ajuda a manter o clima de antigamente. Na década de 1940, ali funcionava um armazém:
Inclusive, os proprietários de lá encontraram escondido no forro um velho livro de registro de vendas. Estão restaurando para deixar em exposição no local. Essa é uma visão do ambiente interno, em estilo rústico:
Agora resta saber se a pizza é boa como a da primeira unidade, aberta em 2003 na Serra do Cipó. Estive lá uma única vez, em 2004.
Em breve
Aproveitando o ensejo, adianto aqui que o argentino Gustavo Roman, proprietário da Pizza Sur, planeja abrir mais uma unidade ano que vem. Será na Savassi ou no Funcionários e terá como diferencial em relação às demais lojas (Cruzeiro e Praça da Liberdade) a parrilla. Afinal, ele é argentino! Ele garante que a futura casa também terá chopeira, mas que "esse negócio de comer carne com cerveja já era". Ou seja, vai incrementar ainda mais o serviço de vinhos, com promoções e ofertas. Ele já realiza trabalho louvável vendendo mais da metade de seus 60 rótulos abaixo de R$ 55 e agora quer implementar ações do tipo uma garrafa de vinho por pessoa em cada mesa. É ver para crer. Tomara que dê certo.
Rodízio
Por fim, o Botica, agora reaberto com novos proprietários, manteve massas e pizzas no cardápio. A novidade fica por conta do rodízio, oferecido por R$ 20,90 (individual) nas noites de terça e quarta. Entre os sabores, palmito com tomate seco, pêra com gorgonzola e os tradicionais de sempre.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Da Serra do Cipó para BH
Na época em que avaliei bares e restaurantes para o Guia Unibanco Minas Gerais (Bei), há quatro anos, me lembro de ter comido uma boa pizza na Serra do Cipó. Foi na Santa Pizza (Rodovia MG 10, km 95, nº 1.905, Cardeal Mota; 31 3718-7305), naquela época uma das melhores (entre as ainda minguadas) opções de restaurantes da região.
Pois hoje recebi um e-mail comunicando a abertura da segunda unidade na Rua Silvianópolis, 452, Santa Tereza (2555-8222), quarta-feira passada. Está tão recente que nem máquina de cartão de crédito e freezer de bebidas a casa tem. Mas o proprietário Marcello Tavares garante que a cerveja está sempre gelada.
Na unidade da serra, ele e a mulher, Camila Isidoro, são os proprietários. Aqui em BH, contam ainda com dois tios. A pizza é a mesma, assada em forno a lenha construído pelo próprio Marcello. Ele aprendeu a preparar as redondas na Pizzaria Mangabeiras e, depois, acumulou conhecimento visitando casas cariocas e paulistanas.
O cardápio daqui tem todos os sabores de lá e mais alguns, como o de camarão, creme de abóbora com catupiry, queijo fundido e salsinha. Os preços são os mesmos: uma pizza de 35cm custa, em média, R$ 33. Marcello, que prepara pessoalmente as pizzas, se dividirá entre as duas casas, mas deverá ficar a maior parte do tempo em BH.
Para beber, o cardápio lista toda a linha da cervejaria Backer, algumas cervejas importadas, cervejas em garrafa de 600ml, chope Antarctica e 20 rótulos de vinho (cobra rolha). E para quem quer aprender a fazer pizza em forno a lenha, atenção: a nova casa deve promover em breve ciclo de cursos sobre o assunto, sempre às segundas.
Pois hoje recebi um e-mail comunicando a abertura da segunda unidade na Rua Silvianópolis, 452, Santa Tereza (2555-8222), quarta-feira passada. Está tão recente que nem máquina de cartão de crédito e freezer de bebidas a casa tem. Mas o proprietário Marcello Tavares garante que a cerveja está sempre gelada.
Na unidade da serra, ele e a mulher, Camila Isidoro, são os proprietários. Aqui em BH, contam ainda com dois tios. A pizza é a mesma, assada em forno a lenha construído pelo próprio Marcello. Ele aprendeu a preparar as redondas na Pizzaria Mangabeiras e, depois, acumulou conhecimento visitando casas cariocas e paulistanas.
O cardápio daqui tem todos os sabores de lá e mais alguns, como o de camarão, creme de abóbora com catupiry, queijo fundido e salsinha. Os preços são os mesmos: uma pizza de 35cm custa, em média, R$ 33. Marcello, que prepara pessoalmente as pizzas, se dividirá entre as duas casas, mas deverá ficar a maior parte do tempo em BH.
Para beber, o cardápio lista toda a linha da cervejaria Backer, algumas cervejas importadas, cervejas em garrafa de 600ml, chope Antarctica e 20 rótulos de vinho (cobra rolha). E para quem quer aprender a fazer pizza em forno a lenha, atenção: a nova casa deve promover em breve ciclo de cursos sobre o assunto, sempre às segundas.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
A volta de Carlo Zangrando
Depois de ajudar a popularizar a pizza de massa fina em várias casas da cidade, o pizzaiolo italiano Carlo Zangrando abriu recentemente as portas de sua primeira casa, batizada de Vesúvio. Fica na avenida Fleming, 240, Ouro Preto, região da Pampulha que nos últimos anos vem crescendo do ponto de vista gastronômico. Nascido em Pádova, Carlo aprendeu a fazer pizza em Nápoles. Chegou ao Brasil há 15 anos: começou trabalhando numa pizzaria de Búzios (RJ). Três anos mais tarde, veio para Belo Horizonte, onde trabalhou nos extintos Positano e Basílico. Depois, passou pela Marília Pizzeria e 68 La Pizzeria, duas das principais pizzarias da cidade atualmente. Em todas elas foi sócio minoritário. Agora é diferente. Com projeto de Beth Nejm, a casa serve principalmente pizzas assadas em forno a lenha. São 48 sabores. Entre elas, Carlo destaca sua última criação, chamada La Meraviglia: molho de tomate, mussarela de búfala, cogumelos porcini, queijo brie, presunto cru e manjericão. Os vinhos são da Gusto (Enoteca Fasano e Vinci). A Vesúvio fica aberta de terça a sexta, das 18h à 1h; sábado e domingo, das 12h à 1h. A conferir.
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