Você ainda não ouviu falar dele porque ainda não foi aberto - só na primeira semana de julho. Será um self service de alto nível, me contou Tomaz Gomide, um dos proprietários do futuro restaurante e sócio do Gomide e Atlantico. O imóvel escolhido fica na Rua Marília de Dirceu, também em Lourdes, onde funcionava a loja da Punto It.
Fiquei preocupado quando ouvi isso: para onde iria a ótima sorveteria, então? Mandei um e-mail para a Khênia Strumia, proprietária da Punto It, que me esclareceu a história: a loja é muito grande para abrigar somente a sorveteria e o espaço onde ficava a produção de sorvetes, muito pequeno para os planos de expansão da marca. Associaram-se, então.
Khênia disse que está procurando por novo ponto na Zona Sul: provavelmente a nova loja será aberta no verão que vem. Os sorvetes da Punto It continuarão a venda no local, garantiu. Bom, mas vamos ao Borgevita: funcionará só para almoço, com poucas (e boas) opções de pratos, que serão vendidos à quilo.
Sim, à quilo. Para aqueles que gostam de manifestar desprezo pela comida pesada na balança, Tomaz explica que a opção se fundamenta simplesmente no hábito da maioria. Ou seja, é uma questão de costume. "Boa parte do meu público no Gomide, por exemplo, não gasta mais do que R$ 20 para almoçar. A comida será uma mistura do Gomide com o Atlantico. Não será o corriqueiro. E quero trazer um chef do à la carte. Não quero macaco velho de bufê", adianta ele.
O preço do quilo será em torno dos R$ 40 e haverá carta de vinhos. Aliás, serão muitos os vinhos em meia-garrafa e garrafa de 187ml, com serviço adequado (taças, baldes com gelo, gente para servi-los decentemente etc e tal). Ah, a casa também poderá ser fechada para eventos e funcionará como base para serviço de catering.
É esperar para ver.
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quinta-feira, 3 de junho de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
O retorno de Vladimir Wingler
Vladimir Wingler chegou a Belo Horizonte em 2008 para chefiar a cozinha do Atlantico, casa especializada em peixes e frutos do mar. Era justamente essa sua praia no Rio de Janeiro, onde trabalhou no Satyricon. Com sua experiência nessa área, foi peça-chave no processo de consolidação da casa da capital mineira. Desde a formulação de temperos para peixe e forma de aplicá-los ao controle do tempo de cozimento e guarnições. Por falar em guarnições, é dele a receita do divino (e facílimo de fazer) arroz de limão que até hoje faz sucesso no restaurante. Saiu de lá no meio do ano passado para dar aulas na escola de gastronomia IGA e pouco depois assumiu a cozinha do então recém-inaugurado Urbano Santiago, cujo cardápio desenvolveu inspirado na cozinha mediterrânea.
Faz pouco tempo que deixou o Urbano e, desde então, não tive mais notícias dele. Neste fim de semana me mandou notícias por e-mail. Está desenvolvendo cardápio para uma pastelaria na região da Seis Pistas, divisa de BH com Nova Lima. Segundo ele, será uma loja "especializada em tudo que lembra pastel, como risoles, vários tipos de empanadas, pastel chinês com recheios orientais, pastéis doces, além do clássico em diversos tamanhos". Me pareceu bem interessante. Ele também aproveitou para me adiantar que em março (de 18 a 20 e de 25 a 27) comandará festival de comida peruana no bar de vinhos Outono 81. Será em formato de menu degustação. Podem esperar coisa boa por aí, pois ele já está de malas prontas para passar um mês no Peru.
Faz pouco tempo que deixou o Urbano e, desde então, não tive mais notícias dele. Neste fim de semana me mandou notícias por e-mail. Está desenvolvendo cardápio para uma pastelaria na região da Seis Pistas, divisa de BH com Nova Lima. Segundo ele, será uma loja "especializada em tudo que lembra pastel, como risoles, vários tipos de empanadas, pastel chinês com recheios orientais, pastéis doces, além do clássico em diversos tamanhos". Me pareceu bem interessante. Ele também aproveitou para me adiantar que em março (de 18 a 20 e de 25 a 27) comandará festival de comida peruana no bar de vinhos Outono 81. Será em formato de menu degustação. Podem esperar coisa boa por aí, pois ele já está de malas prontas para passar um mês no Peru.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Ceviche: pega ou não pega?
Devagarinho, os ceviches começam a chegar por aqui. Já foram capa do Paladar, matéria da Folha e agora o restaurante Atlantico (Rua São Paulo, 1.984, Lourdes; 31 3275-3384) está servindo algumas receitas. Ainda não existem cevicherias na cidade - em São Paulo há talvez umas quatro, inclusive uma do famoso chef peruano Gastón Acurio, chamada Lamar -, mas é possível comer ceviche em uma ou outra casa por aqui. Acredito que neste cardápio (clique nele para ampliar) está a maior oferta de ceviches da cidade no momento:


Aqui tem
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