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domingo, 16 de maio de 2010

Bar da Lora é o campeão do Comida di Buteco

Acabou de sair: Bar da Lora é o campeão da edição deste ano do Comida di Buteco. E ano que vem o evento terá os ingredientes do norte de Minas como tema.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

sexta-feira, 30 de abril de 2010

A caravana dos extremos, parte final

Enfim, o Barreiro. Território do Bar do Zezé e do Bar do Ferreira, agora o bairro conta com mais um boteco divulgado pelo CdB: o Bar do Rei.


Ambiente simples, recentemente ampliado e reformado exclusivamente em função da inclusão da casa no evento, o que é muito comum de acontecer. Na semana em que o CdB começou, não eram poucos os bares que estavam passando por reformas de última hora - não me refiro somente a novatos. Ampliações, melhorias, novos banheiros... Tudo para estrear "tinindo".

Ao longo da noite, a turma da caravana se habituou a classificar os bares desta edição como os que encararam e os que não encararam o problema de frente. Com o tempo, percebemos a necessidade de criar uma categoria intermediária, o que tornou as classificações mais justas. Nesse aspecto, todos concordaram que o "Jiló e companhia" foi o melhor exemplo de petisco corajoso:


Simplesmente jilós inteiros, recheados com mix de carnes (moída, linguiça e bacon), empanados e fritos. Servidos com batata bolinha frita e salada de legumes em conserva feitos no próprio local. Quer você goste ou não, é preciso admitir: o pessoal do Bar do Rei encarou o problema de frente. E para mostrar que a turma da cozinha não estava de brincadeira, nos serviram ainda um vinagrete de jiló:


Duas receitas para quem é duro na queda e um fechamento digno de quem busca por extremos.

A caravana dos extremos, parte 4

Chegamos então, ao penúltimo bar da noite, o Curin, no Santa Mônica, onde há regras de convivência muito claras:


O primeiro aspecto a me chamar a atenção, além da simpatia do dono, Curin, foi ...


... o fato de a cozinha estar quase que totalmente integrada ao ambiente, sem maiores divisórias:


Não se trata de modelo arquitetônico dos mais fáceis de ver, em se tratando de bar. Curioso. De repente chega a primeira parte do petisco concorrente deste ano: jiló empanado com parmesão e frito.


Acredite: independente da quantidade que vier no prato, será pouco. Foi um dos melhores jilós do CdB que comi este ano. O amargor estava lá, o fritura ficou sequinha e o parmesão deu toque extra de sabor. Delicioso! Tão bom que torna o patê de atum no centro do prato absolutamnte dispensável. Esses jilós acabaram roubando a cena e desbancando o tira-gosto em si, o Muê lá no Curin Bar:


Moela, linguiça e azeitona em creme de milho, porção servida numa panelinha de pedra, como é hábito no bar. O creme de milho, na verdade, lembra mais uma canjiquinha do que um creme de milho, se pensarmos naquele que é batido e cremoso. Não preciso nem dizer que a maionese em cima também é dispensável, né?

Última parada: Bar do Rei, no Barreiro.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

A caravana dos extremos, parte 3

E então, o ponto alto da noite:


Não deu para ver direito? Que tal assim:


Essa é uma das melhores costelinhas que já comi nos botequins de BH. É o ingrediente principal do "Abafo", petisco concorrente do Adega & Churrasco, no Palmares. Costelinha suína assada no bafo e servida com jiló acebolado na manteiga de garrafa, farofa com bacon e pimenta biquinho. Um absurdo de bom! A carne estava saborosa, suculenta, avermelhada por fora e extremamente macia. Uma coisa. O jiló conservou seu esperado amargor e se mostrou "entrosado" com a cebola e a manteiga de garrafa. Vale a pena conferir. A "puxada" na manteiga de garrafa é feita à parte, no maior capricho:


Quem vê essa multidão tomando a rua talvez não desconfie que o bar começou não como bar, mas como ponto de venda de bebidas e carnes para levar. Não havia nem freguês encostado no balcão. Agora me parece uma verdadeira potência...


Agora, Curin, no Santa Mônica.

A caravana dos extremos, parte 2

Do Bombar, no Luxemburgo, fomos para o Esplanada, bairro da agradável Churrascaria do Itamar. Vejam que quintal...


Mal dá para desconfiar do quão agradável é o lugar se julgarmos só por uma passada rápida pelo lado de fora ou de carro:


Eis o coração da casa, a área de churrasqueiras (reparem na placa presa ao teto):


Quadro de preços à moda antiga, do jeito que a gente gosta...


Fale a verdade: há quanto tempo você não via uma cadeira das antigas como essa lá no fundo?


E vamos ao petisco concorrente, a "Carne grelhada à jilozete":


Traduzindo: contrafilé grelhado (alô, pessoal, contrafilé não é filé mignon, mas cuidado para não deixar ficar duro) com vinagrete de jiló (azeitona, cogumelo em conserva etc e tal) e molho de maionese com mostarda e pimenta rosa.

Comida no papinho, pé no caminho! Adega & Churrasco, lá vamos nós!

A caravana dos extremos, parte 1

Sexta passada foi publicada matéria minha no caderno Divirta-se sobre bares que participam do Comida di Buteco e estão localizados em bairros mais afastados da região central da cidade - ou "nas pontas de BH", para usar a expressão mais diplomática criada pelo organizador do evento, Eduardo Maya. Havíamos conversado sobre essa ideia na caravana de botecos que fizemos dias antes do início do CdB, ele achou interessante e ajudou a organizar um roteiro (com van e tudo mais). Nos encontramos no Bombar (Luxemburgo) e de lá seguimos para a Churrascaria do Itamar (Esplanada), Adega & Churrasco (Palmares), Curin (Santa Mônica) e, por fim, Bar do Rei (Barreiro). Como é foto e informação que não acaba mais, vou postar um local de cada vez, em sequência. Começamos pelo Bombar:


Mesas na calçada, ambiente agradável. Do lado de dentro ficam vários objetos e imagens característicos dos anos 80. Muito legal. Quem não se lembra desse robozinho no alto da prateleira?


Dizem que esse ferrorama grudado no teto funciona:


Fui conhecer a cozinha. Um brinco! Branquinha, limpa, organizada. Parabéns para a equipe e para a dona do bar, Maria Paturle:


Foi na hora em que estava lá que vi o capricho na apresentação do petisco concorrente. Se chama "Marmita da Copa". Vejam só:


Uma marmita! Mandaram fazer paninho estilizado para embrulhar e tudo mais! Até agora, a apresentação mais criativa que vi nesta edição. Aberto na mesa, o petisco se revela:


Carne cozida com cerveja preta e minicebolas (muito boa), pão de jiló (não esperem sabor pronunciado) e minibatatas com alho assado (deliciosas, roubaram a cena!). O capricho da casa é tanto que o pessoal fez até camisas estilo seleção brasileira para os garçons:



Ah, também tinha uma charmosa chaleira com batidinha de limão e cachaça:


Conferido e aprovado! Próxima parada, Churrascaria do Itamar, no Esplanada!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Albert Adrià no Brasil - será?

Eduardo Maya me disse que o chef espanhol Albert Adrià (irmão do Ferran, do elBulli) está sendo sondado para vir a Belo Horizonte a convite do Comida di Buteco. Viria para entregar o prêmio ao boteco vencedor desta edição, conhecer os bares da cidade e dar aulas. O que é que uma coisa tem a ver com a outra? "Ele é meu ídolo", revela Eduardo, idealizador do CdB e que vê Albert como um defensor da cozinha popular tradicional espanhola. Isso porque o espanhol era, até fevereiro passado, diretor de criação e autor das sobremesas do elBulli e largou o posto para se dedicar ao seu próprio bar, o Inopia, especializado em tapas. Eduardo crê nos tapas como o equivalente aos tira-gostos dos botequins brasileiros. Eis a ligação de uma coisa à outra.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Avant-première di Buteco

Ontem à noite teve caravana no esquema petit comité para a imprensa conhecer três dos 41 bares participantes do Comida di Buteco, que começa amanhã e vai até dia 9 do mês que vem aqui em BH. Eu e os coleguinhas fomos guiados por Eduardo Maya, idealizador e um dos organizadores do evento, além de um tremendo boa praça. Começamos no Antoniu's, que fica aos pés do tobogã da Contorno, na Savassi:


Lotado, mas a mesa da imprensa estava lá, reservada e a nossa espera! Antes do petisco concorrente, experimentamos a receita desenvolvida pelo bar com Doritos (um dos patrocinadores do evento):


A saborosa carne de panela dividia espaço com purê de mandioca que leva um pouco de parmesão. Por cima, os tais Doritos. O primeiro gole de cerveja desceu maravilhosamente bem, com a loura gelada no ponto. Pouco depois, chegou à mesa o petisco concorrente desta edição do CdB, de fato:


Trata-se de peito de frango enrolado e recheado com legumes e jiló, empanado, frito e cortado em rodelas. Nos potinhos, da esquerda para a direita, molhos de laranja com mostarda, de jiló (sobressaiu o sabor da hortelã) e madeira. Comida no papinho, pé no caminho! E assim desembarcamos no Peixe Frito, que fica na rua Juiz de Fora, quase esquina com Amazonas.


Guacamole com Doritos para começar. O petisco concorrente chegou em duas etapas. Primeiro deliciosos chips de jiló, que devoramos entusiasmadamente. Uma espécie de entrada. Todo mundo quis repetir! Acho que o dono do bar ficou até preocupado...


Aí chegou a última etapa do petisco:


Pintado frito em pequenos bocados, sequinhos e muito saborosos. Show de bola! Para acompanhar, molhos de manga e de gengibre. E então, chegou a hora de ir para o terceiro e último bar, o Mulão, no Caiçara. Era o que eu mais queria conhecer, pois os demais eu já havia visitado antes. Eis a entrada dele:


E algumas cenas internas da casa, que é bastante simples e foi reformada e ampliada recentemente só para a estreia no CdB:


Nos contaram que a parte de trás, subindo a escadinha, era de terra batida há até pouco tempo!


Cena bonita de se ver...


Das fritadeiras dessa cozinha emergiram esses saborosos bolinhos de carne recheados com jiló e parmesão:


Os anfitriões Eduardo Maya e Mulão, em pessoa:

quarta-feira, 7 de abril de 2010

A lista do Comida di Buteco 2010

Eis os tão esperados 41 bares e seus respectivos petiscos nesta 11ª edição do Comida di Buteco, cujo ingrediente temático é o jiló e que vai dessa sexta, dia 9, até dia 9 do mês que vem, em BH:


ACONCHEGO DA FLORESTA
Rua Alabastro, 38, Floresta. (31) 3461-5340. Seg. a sex., 16h/0h; sáb., 11h/0h; dom. e fer., 12h/18h.
COSTELA DO TONHÃO - Costelinha de porco assada na brasa, acompanhada por jiló frito.

ADEGA & CHURRASCO
Rua Maura, 120, Palmares. (31) 3088-1555. Ter. a sex., 17h/1h; sáb., 9h/20h; dom., 9h/16h.
ABAFO - Costelinha no bafo, acompanhada por jiló acebolado na manteiga de garrafa e decorada com pimenta biquinho e farofa com bacon.

AGOSTO BUTIQUIM
Rua Esmeralda, 298, Prado. (31) 3337-6825. Seg. a sáb., 17h/0h.
JILÓ MASSA E LOMBO-LINHA NA CACHAÇA - Lombo em crosta de alecrim e gergelim, melado de cachaça e massa crocante com vinagrete de jiló.

ANTONIU'S BAR
Rua Antônio de Albuquerque, 55, Funcionários. (31) 3281-7731. Seg. a sex., 18h/1h; sáb., dom. e fer., 15h/1h.
ENROLADINHO DO ANTONIU'S - Enrolado de frango recheado com legumes e jiló, acompanhado por molho madeira, molho de laranja e pasta de jiló.

ARMAZÉM DO ÁRABE
Rua Luz, 230, Serra. (31) 3223-1410. Seg. a sáb., 17h/0h.
TÁ NA LATA COM JILÓ- Carne de lata com farofa de migas com jiló.

AUTÊNTICO'S BAR
Av. Professor Mário Werneck, 895, Estoril. (31) 3378-3215. Seg. a sáb., 11h/0h; dom., 12h/18h
JILOMBO DE TATAXI - Lombo com abacaxi acompanha batata especial e camponata de jiló.

BAR 222
Rua Francisco Deslandes, 222, Anchieta. (31) 3287-7712. Seg. a sex., 18h/0h; sáb., dom. e fer., 14h/0h.
JILÓ, SE NÃO GOSTA ME DÁ O SEU! - Carne de panela ao molho de frutas vermelhas, acompanhada por pães e jiló empanado.

BAR DA CIDA
Rua Numa Nogueira, 287, Floramar. (31) 3434-8715. Ter. a sex., 16h/0h; sáb. e dom., 13h/0h30.
EMBATATEI NO RABO - Rabada com batata, acompanha por jiló e pão.

BAR DA LORA
Av. Augusto de Lima, 744, loja 115, Mercado Central, Centro. (31) 3274-9409. Seg. a sáb., 8h30/18h; dom. e fer., 8h/13h.
PURA GARRA DA LORA - Garrão ao molho de malzbier, acompanhada por purê de mandioca com queijo e jiló na chapa com linguiça.

BAR DO ANTÔNIO (PÉ-DE-CANA)
Rua Flórida,15, Sion. (31) 3221-2099. Seg. a sáb. e fer., 11h/1h; dom., 11h/19h.
TÁ NO JILÓ - Jiló gratinado com bolinhos de linguiça e de carne de sol.

BAR DO DEDINHO
Avenida Deputado Anuar Menhen, 231, Santa Amélia. (31) 3047-1012. Seg. a sex., 17h/0h; sáb., dom. e fer., 12h/1h.
TRINCA MINEIRA - Boi ao “chymmy li” com gorgonzola, batata recheada e chips de jiló.

BAR DO DOCA
Rua Américo de Macedo, 633, Gutierrez. (31) 3291-6594. Seg. a sex., 17h/1h; sáb. e fer., 13h/1h; dom., 13h/23h.
BAFANA-BAFANA - Matambre recheado, carpaccio de jiló e molho de maionese.

BAR DO DONDINHO
Rua Tenente Vitorino, 269, Santa Tereza. (31) 3481-7607. Seg. a sex., 16h/2h; sáb., dom. e fer., 12h/2h.
BIFIM MINEIRIM COM JILOZIM FRITIM - Bife de carne moída coberto com queijo minas, tomate, cebola, bacon, cheiro verde e chips de jiló.

BAR DO FERREIRA
Rua Pinheiro Chagas, 473, Barreiro de Baixo. (31) 3389-9357. Seg. a sex., 16h/0h; sáb., 11h30/22h; dom. e fer., 11h30/20h.
BRASILEIRINHO - Costela gaúcha ao molho de vinho com bacon e calabresa, batata salsa, jiló recheado e farofa de jiló.

BAR DO JOÃO (SANTA BRANCA)
Rua Mário de Andrade, 15, Santa Branca. (31) 3491-3122. Seg a sáb., 7h/0h; dom. e fer., 8h/22h.
COSTELA DE EVA - Costelinha de porco ao molho barbecue, aipim na manteiga e farofa de jiló.

BAR DO JOÃO (SÃO JOÃO BATISTA)
Rua Geralda Marinho, 117, São João Batista. (31) 3451-2746. Seg. a sex., 16h/0h; sáb., dom. e fer., 12h/0h.
CÊ - KI - SABE - Linguiça caseira acompanhada por farofa de jiló na trouxinha de couve com pimenta biquinho, mandioca na manteiga e molho especial.

BAR DO VÉIO
Rua Itaguaí, 406, Caiçara. (31) 3415-8455. Seg. a qua., 17h/23h; qui. e sex., 17h/0h; sáb., 11h/0h; dom. e fer., 11h/19h.
COSTELAÇO - Costelinha suína no glacê de melado de cana sobre purê de raízes com surpresa de jiló e chips de banana da terra.

BAR DO ZEZÉ
Rua Pinheiro Chagas, 406, Barreiro de Baixo. (31) 3384-2444. Seg. a sex., 17h/0h; sáb. e fer., 12h/22h.
CHÃ JILÓ E DONA MORANGA - Chã de fora com jiló fatiado e purê de moranga.

BAR DO REI
Rua Aladim Correia de Faria, 985, Barreiro. (31) 3381-0125. Seg a sex., 17h/0h; sáb. e fer., 11h/21h.
JILÓ E COMPANHIA - Jiló empanado e recheado com mix de carnes e queijo minas, acompanhado por batatas bolinha fritas e salada em conserva.

BAR PITY
Rua Tomé de Souza, 28, Funcionários. (31) 3221-3552. Seg. a sex., 17h/0h; sáb. e fer., 12h/0h.
QUARTETO FANTÁSTICO - Fígado, frango, carne de porco e linguiça defumada acompanhados por creme picante de pimenta biquinho e jiló recheado com patê de queijo minas.

BAR TEMÁTICO
Rua Perite, 187, Santa Tereza. (31) 3481-4646. Seg. a sex., 17h/0h; sáb., 10h30/0h; dom. e fer., 10h30/18h.
FREVO MINEIRO - Linguiça caipira, charque e queijo de coalho em cubos, feijão de corda, arroz, ovo e farofa amarela, acompanhados por purê de jiló, torresmo e polenta de milho branco.

BARÇÃO MOREIRA
Rua Mombaça, 493, São Gabriel. (31) 3493-2078. Seg. a sex., 17h/0h; sáb., 11h/0h; dom., 11h/22h.
COSTELÃO DE ADÃO AO MOLHO DA EVA - Costelão acompanhado de molho da casa, polenta, jiló e farofa.

BARTIQUIM
Rua Silvianópolis, 74, Santa Tereza. (31) 3466-8263. Seg. a sex., 18h/0h; sáb: 11h/0h; dom., 11h/18h; fer., 10h/18h.
SUANO O JILÓ - Canjiquinha com suã e jiló.

BOMBAR
Rua Guaicuí, 116, Luxemburgo. (31) 3292-7770. Seg a qui., 17h/0h; sex., 17h/1h; sáb., 13h/1h; dom. e fer., 13h/22h.
MARMITA DA COPA - Carne ao molho de cerveja preta com mini cebolas, servida com pão de jiló.

BOTECO DA CARNE
Rua São Romão, 56, São Pedro. (31) 2555-8480.
Seg a qui., 17h30/1h; sex., 17h30/2h; sáb., 11h30/2h; dom. e fer., 11h30/21h.
VEM KAFTA COMIGO - Cafta à milanesa no espetinho, acompanhada por molho de alho especial, jiló japonês, batata frita com ervas e pétalas de cebola ao creme de leite e parmesão.

BUTECO MARIA ARACY
Rua Urutu, 221, Fernão Dias. (31) 3486-3394. Seg. a sex., 17h/0h; sáb., 11h/0h; dom., 11h/18h.
COXINHAS ESGARÇADAS - Coxinhas de asa esgarçadas com refogado campanha e cobertas com queijo, servidas com molho glacê de maionese e chips de jiló empanado.

CAFÉ PALHARES
Rua dos Tupinambás, 638, Centro. (31) 3201-1841. Seg. a sex., 10h/23h; sáb., 10h/22h.
PROSA DE MINAS - Língua ao molho com purê de ervilha e bacon, acompanhada por fatias de pão francês e pão de jiló.

CHAMEGO'S BAR
Rua Aimorés, 1.912, Lourdes. (31) 3273-4031. Seg. a sex., 17h/23h; sáb., 13h/23h.
COPA LOMBO 2010 - Copa lombo e purê de batata acompanhados por linguiça com jiló.

CHURRASCARIA DO ITAMAR
Avenida 7 de Abril, 874, Esplanada. (31) 3463-6585. Seg. a sáb. e fer., 18h/23h.
CARNE GRELHADO À JILOZETE - Contrafilé grelhado, anéis de cebola e molho de mostarda com “jilozete” (vinagrete diferente com jiló).

CURIN BAR
Rua Érico Veríssimo, 2.722, Santa Mônica. (31) 3452-7101. Seg. a sex., 16h/0h; sáb., dom. e fer., 12h/22h.
MUÊ LÁ NO CURIN BAR - Moela cozida com creme de milho decorado com jiló.

ESCRITÓRIO DA CERVEJA
Avenida General Olímpio Mourão Filho, 800, Planalto. (31) 4104-1920. Seg. a sex., 17h30/0h; sáb., 13h30/0h; dom. e fer., 13h30/22h.
DUETO ÁRABE COM UM TOQUE DE MINAS - Quibes de carne de sol e conserva de berinjela com jiló à moda do Escritório.

ESTABELECIMENTO BAR
Rua Monte Alegre, 160, Serra. (31) 3223-2124. Seg. a sex., 18h/1h; sáb. 13h/0h; dom. e fer., 14h/22h.
PALETA EM NINHO DE PELOTAS - Paleta de boi cozida em molho de vinho, cebola e polpa de tomate, servida com pelotas de massa de arroz com queijo canastra, orégano, pimentas, espinafre e jiló.

ESTAÇÃO GERAIS
Avenida Silva Lobo, 1.580, Nova Granada. (31) 2535-9642. Seg. a sex., 17h/1h; sáb., 11h/2h; dom. e fer., 11h/1h.
JÓIA DE JILÓ - Combinado de paleta suína e coxão mole cozidos e fritos com cebola e alho, acompanhado por “anelfritas” de jiló e servidos na chapa.

ESTÚDIO DA CARNE BAR
Av. do Contorno, 3.946, Funcionários. (31) 3227-4898. Seg a sex., 17h/2h; sáb. e dom., 15h/2h.
JILÓGRETE DA VOVÓ PARA CURAR TORRESMO BÊBADO - Torresmo de barriga sem pele na brasa com molho de cachaça, tirinhas de jiló, pimentões, azeitona, cebola roxa (com frutas cítricas, mel e especiarias), cebolas e batatas assadas na brasa e regadas com manteiga de garrafa.

FAMÍLIA PAULISTA
Rua Luther King, 242, loja 9, Cidade Nova. (31) 3484-4598.
Seg. a qui., 18h/23h; sex., 18h/23h; sáb., 12h/23h; dom. e fer., 12h/17h.
NONNA EM BH - Fígado bovino ao molho da nonna, acompanhado por lasanha de jiló.

KÖBES
Professor Raimundo Nonato, 31A, Horto. (31) 3467-6661.
Seg. a sex., 18h/0h; sáb., 12h/0h; dom. e fer., 12h/18h (1º de maio, 12h/0h)
CHIC-LÓ - Jiló à parmegiana com guisado e purê de batata.

MULÃO
Rua Marambaia, 291, Caiçara. (31) 3412-6505.
Seg. a sex., 17h/0h; sáb. e fer., 11h/21h; dom., 11h/16h.
TETEIA - Bolinho de carne empanado e recheado com jiló e parmesão.

PÉ DE GOIABA
Rua Alpes, 507, Nova Suíça. (31) 9971-3906.
Seg. a sáb. e fer., 16h/1h.
ZÉMININO - Picanha suína com bacon na brasa ao alho, acompanhada por farofa de jiló e creme de jiló com maionese.

PEIXE FRITO
Rua Juiz de Fora, 1.242, Santo Agostinho. (31) 3291-1046.
Seg. a sex., 18h/0h; sáb., 12h/0h; dom. e fer., 12h/18h.
DOCE SABOR ARDENTE - Filé de pintado à dorê aos molhos de manga e gengibre, acompanhado por chips de jiló.

PIMENTA COM CACHAÇA
Avenida do Contorno, 8.699, Gutierrez. (31) 3087-6822.
Seg. a sex., 17h/0h; sáb., 12h/0h; dom. e fer., 12h/20h.
PCC É CHAPA QUENTE - Prime rib suíno grelhado ao molho agridoce de tamarindo, servido com palitos de jiló crocante e farofa.

VIA CRISTINA
Rua Cristina, 1.203, Santo Antônio. (31) 3296-8343. Ter. a sex., 18h/0h; sáb. e dom., 11h/0h.
BRASA NO JILÓ DO BOI SERENO - Jiló assado na brasa com carne de sereno na chapa.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Comida di Buteco no ar

Me avisam que o site do Comida di Buteco já está no ar. Não, você ainda não vai encontrar lá a tão esperada lista de bares participantes e seus respectivos petiscos concorrentes. Mas poderá navegar pelo histórico do concurso, pela lista dos bares que já participaram dele, ver fotos etc. Entre as novidades já perceptíveis está a maior interatividade com o portal: o internauta poderá ter página pessoal lá, se interligar a rede sociais e receber notícias SMS (canal pago) duas vezes por semana durante o evento. E me parece útil a ferramenta que criaram para que se descubra qual bar está mais perto do usuário que a acessa. Basta digitar o CEP.

O tema deste ano é: "Em cada coração, bate um buteco. Em cada buteco, batem vários corações". OK, tudo bem. E a danada da lista, quando sai?

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Comida di Buteco, parte 5

Nada mais justo e oportuno do que mudar os rumos da pauta e dedicar a próxima página de bares e restaurantes do Divirta-se ao tradicionalíssimo Café Palhares, mais novo vencedor do Comida di Buteco. O notável feito da casa, anunciado ontem à noite, se deve ao petisco batizado de "karacol de pernil": finas fatias de carne de porco ao molho apimentado de abacaxi com couve crua, minipães sírios e palitos de cenoura e pepino.

Pois então. Marquei entrevista com um dos proprietários, Luiz Fernando, às 16h. Cheguei uma hora antes, anônimo, me esgueirei entre as banquetas e a parede de azulejos brancos e sentei no balcão. Pedi um kaol e, em menos de um minuto -sim, não mais do que 60 segundos! - o prato chegou.



Sei que corro o risco de angariar antipatia e inimigos com o que vou dizer, mas não dá para ficar calado depois de ter comido o que comi. E estou careca de saber que o Palhares é um medalhão e que o prato-feito que lhe deu fama, o kaol, é um clássico da cidade. Nada disso me convence a amenizar minha opinião: o kaol só é salvo da absoluta mediocridade por causa do belo pedaço de linguiça que é colocado sobre ele.

A farinha com grãos de feijão e o ovo frito são OK, o arroz é úmido demais e a couve peca pela oleosidade excessiva. O molho vermelho que é despejado sobre o prato já montado é algo simplesmente abaixo da crítica: um aglomerado insosso e ralo de água, maisena, colorau e massa de tomate. Uma vergonha. O pior molho enlatado teria feito muito melhor.

Realmente, seria a linguiça o único motivo de uma nova visita a casa. Ela é feita diariamente no bar e lembra o gosto das verdadeiras boas linguiças, as "da roça". A começar pela cor, amarronzada, e não rosada, como se vê nessas porcarias que a indústria insiste em rotular como linguiça. O gosto, então, é outra história. Aproveito para adiantar: não dá para encomendar. Para comê-la, tem que ir lá.

A receita é de um funcionário chamado Wenceslau, que trabalhou lá de 1946 a 2006 e, com isso, baniu definitivamente a linguiça do frigorífico Perrella, que foi servida a freguesia nos primeiros anos de funcionamento da casa, aberta em 1938. João Ferreira, pai dos atuais proprietários, comprou o bar em 1944.

Bom, mas nem tudo está perdido. O tira-gosto campeão deste ano realmente vale uma visita. O pernil estava delicioso e tenro. Já o molho, à base de suco de abacaxi, açúcar mascavo, sal, pimenta calabresa e molho de pimenta, casou muito bem com a carne. Os "acessórios" do prato - cenoura, pepino, couve e pão sírio - não comprometem. Pelo contrário, refrescam a boca. Por falar nisso, não experimentei o chope da casa (que é Schin; a Bohemia, que apoia o CdB, deve ter ficado uma fera!), que estava saindo bonito e bem tirado. Fica para a próxima.



Esse aí é o Edson Geraldo Soares, gerente da casa: 64 anos, 49 de Palhares.



Por fim, vale postar aqui imagem que registra a insólita presença de dois gatinhos orientais numa viga próxima ao teto do bar. Seriam amuletos?

sábado, 23 de maio de 2009

Comida di Buteco, parte 4



Fred D'Alcântara/Divulgação

O Comida di Buteco terminou domingo passado, mas, como de costume, os bares continuam servindo seus petiscos concorrentes, quase sempre incorporando-os ao cardápio. Ontem, tarde da noite, ainda deu tempo de encontrar amigos no Família Paulista e experimentar a criação do bar para esta edição, batizada de "Virando mineiro": bolinho de tutu com torresmo, linguiça, lombo e banana frita em volta de um ninho de couve frita encimado por um gracioso ovo de codorna - também frito. Um exemplo típico da vocação do bar para desenvolver petiscos que brincam com receitas tipicamente mineiras. Sou fã de criações passadas do casal que comanda a casa, os paulistas Nicola e Marisa, mas confesso que dessa vez achei o prato concorrente apenas razoável, aquém de tira-gostos sensacionais já incorporados ao cardápio, como o "Sashiminas" (tiras de carne, rolinhos de couve com canjiquinha, palitinho japonês para comer e tudo mais) e a "Matula do tropeiro" (trouxinhas de couve receheadas com feijão tropeiro e amarradas com perfeição). O lombo estava gostoso e razoavelmente úmido, já a linguiça, definitivamente, não era das boas. A ideia do bolinho de tutu é realmente ótima, mas o microtorresmo escondido nele desaparece e perde sua melhor textura. De toda forma, avalio como extremamente positiva a tentativa de colocar o tutu à mineira e o vira à paulista para conversar. Mas faltou mais diálogo.

sábado, 16 de maio de 2009

Comida di Buteco, parte 3

Foi com muita garra, determinação, paciência, persistência, força de vontade, fé, bom humor, sorte, espírito esportivo e vontade de beber cerveja que eu consegui este lugar ao sol ontem à noite, no absolutamente lotado Bar do Véio:



Sim, isso não é uma mesa. Apenas um apoio para os copos e o tira-gosto, já que o balcão também estava lotado de gente que, como eu, queria ficar no bar, mas chegou tarde demais para sentar. Para se ter ideia, tinha freguês bebendo e comendo até numa caminhonete que, acho, era dos donos. Sério: tinha bandeja sobre o teto do carro, gente apoiando pratos e copos sobre o capô e a carroceria fazendo papel de mesa. E, é claro, tinha fila de espera.

Pato com porco
Mas a noite havia começado antes, por volta das 18h30, com o propósito de visitar três bares participantes do Comida di Buteco na mesma noite. Primeira parada: Patorroco, no Prado. Estava muito curioso para experimentar o petisco concorrente, "Pato com pé na França", que consiste em creme de pé de porco com confit de pato, mostarda dijon e couve frita. É servido numa tigelinha individual e visualmente não se parece com um tira-gosto tradicional:


Confesso que não gostei. Reconheço que pé de porco é realmente um ingrediente de sabor intenso e de digestão complexa, mas a porção, mesmo individual, se mostrou pesada e enjoativa demais para o meu gosto. Além disso, a carne de pato praticamente desaparece em meio a tamanha untuosidade. Já a mostarda, se não for uma dijon diluída, é uma dijon de qualidade inferior. Digo isso como apreciador de mostardas e tendo observado a cor, textura e sabor da que foi apresentada no prato. Couve sem maior brilho.

Contudo, parabenizo a equipe do bar pelo esforço e criatividade na elaboração do prato. Acho que o Comida di Buteco é oportunidade de experimentação e, assim como eu, milhares de pessoas podem ter achado o "Pato com pé na França" uma maravilha. Faz parte.

Só não posso deixar de puxar a orelha do bar no quesito atendimento: desatento e desordenado, mesmo com a casa nem tão cheia assim. O petisco que pedi foi entregue na mesa errada (e cujos ocupantes haviam chegado e feito o pedido depois de mim) e duas cervejas que não pedi foram entregues na minha mesa (minha intenção era tomar uma e ir embora). Por fim, o imperdoável: para não sair sem votar, tive de pedir a cédula ao garçom, que estava me deixando ir embora sem registrar minha opinião, depois de ter pagado a conta.

Taioba com pimenta
Do Prado, fui para o Santo Agostinho, onde fica o Peixe Frito. Pequena fila de espera, mas não esperei nem 10 minutos por uma mesa. Primeira consideração: atendimento calmo, mesmo com o bar lotado, prova ao Patorroco que afobamento não é sinal de eficiência. O petisco chegou à mesa poucos minutos depois de pedido: cascudo à dorê com molhos de taioba e pimenta dedo de moça. O peixe estava sequinho e gostoso. O molho de taioba só tinha sabor de alho e o de pimenta, suave demais para o meu paladar (que, inclusive, é bem sensível para ardor em geral). Gostei da apresentação.

Carne com parmesão
Comida no papinho, pé no caminho. Já imaginava que o Bar do Véio estaria empapuçado e por isso não fiquei chateado por ter esperado uma hora (em pé e na rua) por um mísero cantinho no corredor da casa, sem direito a assento. Gosto muito do Bar do Véio e o conselho que sempre dou é: chegue cedo, independente do dia da semana ou época do ano. Sempre fica lotado. Em tempos de Comida di Buteco, então, torna-se uma experiência arriscada. Assim como no Patorroco e no Peixe Frito, havia gente na porta para anotar nomes e tentar forma uma fila de espera.

E a espera valeu a pena, pois fui recompensado com um dos melhores petiscos que provei este ano: bolo de carne coberto com queijo e molho de tomate, acompanhado por bolinho de mandioca com parmesão. Tudo muito saboroso, apesar de achar que o bolinho (frito) estava um pouco encharcado. De toda forma, recomendo.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Banheiro de bar agora tem ar condicionado

Era só o que faltava: Paulo Bené, um dos donos do bar Temático, me ligou para contar que instalou ar condicionado nos banheiros da filial que abriu no bairro Cidade Nova, em abril do ano passado! "Sou pernambucano e passo todo carnaval em Recife. Todos os bares da orla da praia de Boa Viagem têm ar condicionado. O sujeito vai se aliviar e volta renovado. Se estiver brigando com a mulher, dá até para esfriar a cabeça", justificou. O salão do bar também ganhou climatizadores.

Participante do Comida di Buteco desde a segunda edição, o bar ficou de fora desta última. Mesmo assim, Paulo e o sócio, Zélder Navarro, criaram por conta própria o petisco "Tô fora, é conversa de abobrinha": chouriço cozido servido com anéis de cebola, abobrinha e abacaxi empanados, além de geleia de pimenta (R$ 19,20). A dupla garante que não se trata de retaliação a desclassificação do concurso.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Comida di Buteco, parte 2


Fred D'Alcântara/Divulgação
Minha primeira visita ao Agosto Butiquim (Rua Esmeralda, 298, Prado / 31 3337-6825), há cerca de dois meses, deixou boas lembranças. Petiscos saborosos e bem feitos, cerveja gelada, ambiente agradável e bom atendimento. A conta ficou salgada, é verdade, mas valeu a pena. Voltei de lá agora há pouco e reafirmo minhas impressões. O atendimento foi eficiente (apesar de que o bar ainda não estava lotado), fiquei satisfeito em poder sentar numa área de não fumantes, a música (jazz) agradou e o petisco concorrente no Comida di Buteco, motivo desta minha segunda visita, se mostrou bem acima da média do que venho experimentando. Uma boa pedida.

Chama-se Dona berinjela e seus dois quitutes: tiras grossas de berinjela frita, bolinhas de angu recheadas com taioba, cubos de carne de boi e molho de tomate com toque de tabasco (R$ 18,90). A berinjela se mostrou sequinha mesmo depois de frita, com superfície levemente crocante e sabor suave, sem amargor. A carne, apesar de descrita como marinada, não apresenta sabor que a distinga claramente como tal. Já a bolinha de angu contém preparação de taioba que se assemelha a pasta espessa e conserva o sabor original da folha. A melhor e mais criativa solução para o uso de verdura em petisco que vi até agora - nesta edição, todos os 41 bares são obrigados a usar couve, mostarda ou taioba. Porém, achei a bolinha de digestão um pouco pesada e de mastigação cansativa, um tanto monótona. Talvez um toque ácido ou azedo resolvesse. Ou o molho de tomate picante que ocupa o centro da chapa.

A apresentação do petisco é bonita e tal qual está na foto de divulgação. Sinal de competência e honestidade.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Azia no boteco...

Aproveito que o Comida di Buteco só termina dia 17 deste mês para deixar registrado o incômodo que sinto ao ver apoiadores do evento passando dos limites ao fazer propaganda. Banners, folders e amostras grátis poluem visualmente e incomodam menos do que as tentativas que a Coqueiro, o Doritos e a Nestlé tem feito para, na marra, participar dessa festa autêntica e original, que expõe de maneira alegre a riqueza da cidade quando o assunto é a chamada baixa gastronomia.

Sem querer ser chato (muito menos injusto), mas uma coisa é ter marcas de cachaça (A Germana é a cachaça oficial do evento) e cerveja (Bohemia) como patrocinadoras/apoiadoras, outra coisa é ver as indústrias de patê de atum, chips e picolé de Nescau tentando fazer tudo parecer natural numa mesa de bar. Não é.

Foi bizarro experimentar na mesma ocasião o petisco concorrente do Bar da Cida e o outro que ela desenvolveu para agradar um dos apoiadores. Simplesmente uma aberração. Imagine comer iscas de frango com queijo e Doritos depois de experimentar um legítimo tira-gosto de panela, feito com maçã de peito e miolo de acém e acompanhado por couve e mandioca...

sábado, 25 de abril de 2009

Operação de risco

O bar Patorroco decidiu, em pleno decorrer do Comida di Buteco, mudar de endereço. Nada alarmante, porém. São apenas dois quarteirões de distância. A faixa na porta do antigo endereço informa que a casa reabrirá nessa segunda-feira, dia 27, na rua Turfa, 550, Prado - esquina com Turquesa. Passei por lá hoje de manhã e vi pequeno mutirão trabalhando. Ainda não sei o motivo da mudança, mas penso que trará maior conforto a freguesia, visto que o imóvel anterior é menor que o atual. Por vezes, vi gente sentada em mesas na beira da calçada - quando não já instaladas na rua. Estou curioso para experimentar o petisco concorrente de lá, se é que pode ser classificado como tal: creme de pé de porco com confit de pato, mostarda dijon e folha de mostarda crocante. Com essa apresentação, alguém diria se tratar de um tira-gosto?


Fred D'Alcântara