sábado, 24 de outubro de 2009

Virada da Alvarenga é reaberto

Robson Batista, do Bar Virada da Alvarenga, nos comunica a reabertura do bar, que por problemas com alvará permaneceu fechado entre 1º de julho e 10 de setembro. Agora o chope é Krug Bier e há oferta de novos pratos individuais a R$ 19, 90. Para quem não conhece, aqui está o link para a matéria que fiz para noticiar a inauguração da casa.

E projeto do proprietário, que previa abrir ali aperto o Virada da Curitiba, ainda está de pé?

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Lista de desejos

Mexendo em papéis que estavam guardados comigo, encontrei anotações e cardápios de restaurantes sobre os quais escrevi no caderno Divirta-se, todos com pedidas que me deixaram curioso, mas que ainda não tive chance de provar:

- Guacamole com tempura de camarão e shot de gaspacho de morango; tartar de atum ao azeite de carvão com chips de batata doce do restaurante; croquete de linguiça trufada; e costela de ripa assada 40 horas com purê de laranja e farofa de limão, do restaurante Benvindo

- Salgadinhos (pastel português, croquete de carne e coxinha), do bar Braca

- Talharim ao molho de rabada, do bar Empório do Zé

- Costelinha ao molho barbecue (me disseram que é feito na hora, na panela, por isso fiquei intrigado); e bolinho de abóbora com carne seca e catupiry, da choperia Exclusivo

- Provoleta e morcilla (como eu gosto disso...), do bar La Milonga

- Moela de avestruz (sou fã de moela; será que dessa vou gostar?), do bar Rima dos Sabores

- Galinha d'angola com pirão e arroz de coco com queijo coalho, do restaurante Quintal

- Conserva de miniberinjelas recheadas com nozes (dificílima de achar comprada pronta), do empório de Dona Hana

- Chateaubriand com shiitake e tagliolini na manteiga de trufa (comi há alguns anos e deixou saudade), do Dona Derna

- Tartar de carne de sol ao azeite de pimenta; e carpaccio de picanha defumada com sorvete de moastarda dijon, do restaurante Piacenza

- Canelone de pizza, recheado com espinafre, muçarela, salaminho, pancetta e gema de ovo, da pizzaria Vesuvio

- Arroz espanhol (cúrcuma, lombo, paio, pimentão vermelho e ervilha), do Três Bistrô

Há mais pratos na minha lista de desejos, eu sei. Só não consigo lembrar de cabeça! Se alguém tiver algum parecer a respeito de qualquer uma dessas pedidas, manifeste-se.

Dando uma arejada

Semana passada, em visita a Chácara Chiari (publiquei matéria na última edição do caderno Divirta-se e logo mais postarei aqui algo a respeito), tomei conhecimento do tal oxigenador/arejador de vinho. Curioso apetrecho! Não conhecia...

Trata-se de uma pequena peça (a que vi era de cerâmica) em forma de cone pela qual a bebida passa e que, por causa de seus peculiar sistema de orifícios, a areja em tempo bem menor que o habitual - como num decanter, por exemplo.

Aí, abro o Blog da Casa do Vinho na tarde de hoje e lá encontro o esclarecedor post que ajuda a começar a entender quando usar o oxigenador e quando usar o decanter. Pois é, não é tudo a mesma coisa.

Da Serra do Cipó para BH

Na época em que avaliei bares e restaurantes para o Guia Unibanco Minas Gerais (Bei), há quatro anos, me lembro de ter comido uma boa pizza na Serra do Cipó. Foi na Santa Pizza (Rodovia MG 10, km 95, nº 1.905, Cardeal Mota; 31 3718-7305), naquela época uma das melhores (entre as ainda minguadas) opções de restaurantes da região.

Pois hoje recebi um e-mail comunicando a abertura da segunda unidade na Rua Silvianópolis, 452, Santa Tereza (2555-8222), quarta-feira passada. Está tão recente que nem máquina de cartão de crédito e freezer de bebidas a casa tem. Mas o proprietário Marcello Tavares garante que a cerveja está sempre gelada.

Na unidade da serra, ele e a mulher, Camila Isidoro, são os proprietários. Aqui em BH, contam ainda com dois tios. A pizza é a mesma, assada em forno a lenha construído pelo próprio Marcello. Ele aprendeu a preparar as redondas na Pizzaria Mangabeiras e, depois, acumulou conhecimento visitando casas cariocas e paulistanas.

O cardápio daqui tem todos os sabores de lá e mais alguns, como o de camarão, creme de abóbora com catupiry, queijo fundido e salsinha. Os preços são os mesmos: uma pizza de 35cm custa, em média, R$ 33. Marcello, que prepara pessoalmente as pizzas, se dividirá entre as duas casas, mas deverá ficar a maior parte do tempo em BH.

Para beber, o cardápio lista toda a linha da cervejaria Backer, algumas cervejas importadas, cervejas em garrafa de 600ml, chope Antarctica e 20 rótulos de vinho (cobra rolha). E para quem quer aprender a fazer pizza em forno a lenha, atenção: a nova casa deve promover em breve ciclo de cursos sobre o assunto, sempre às segundas.

sábado, 17 de outubro de 2009

A focaccia do padeiro

Outro dia comi uma boa focaccia e me lembrei de que havia conseguido uma receita desse pão com o padeiro Marcos Carneiro quando o encontrei na edição deste ano do Festival de Gastronomia de Tiradentes. Foi numa das edições anteriores do evento que o conheci. De lá para cá, soube que ele havia se mudado para o Rio de Janeiro. Perdi seu rastro e o reencontrei lá em Tiradentes. Ele está morando em Ubá e agora tem um blog, o Caderno do padeiro.



Ele faz todo tipo de pão e tem como uma de suas especialidades as receitas para celíacos - pessoas que não podem ingerir glúten. Mas foi uma tradicional receita de focaccia que ele me passou. O padeiro avisa que o procedimento de jogar água no fundo do forno (para criar vapor) pode entortar o metal, mas que ele pode ser trazido a sua forma original sem maiores transtornos depois. Penso que é mais prático colocar uma fôrma de alumínio vazia na parte de baixo do forno e jogar sobre ela a água. Alguém sabe dizer se dá certo assim?

Anote aí:

Ingredientes
2kg de farinha de trigo especial
1l de água
100g de manteiga
4 ovos
35g de fermento biológico
55g de açúcar refinado
55g sal marinho
3 ramos de alecrim
25g de sal grosso
30ml de leite
50ml de azeite extravirgem

Modo de preparo
Dissolva o fermento na água e acrescente metade da farinha. Deixe descansar em temperatura ambiente, num recipientecoberto com um pano. Junte os ovos e a manteiga e misture bem. Tempere com o açúcar, o sal marinho e o alecrim (reserve um pouco para a finalização). Dê o ponto da massa com o restante da farinha, até ficar homogênea. Abra a massa com as mãos e deixe descansar. Coloque-a numa assadeira e faça a cobertura com o azeite, o restante do alecrim, o sal grosso e o leite. Imediatamente antes de colocar a assadeira no forno médio preaquecido, jogue 30ml de água no fundo do forno para criar vapor. Feito isso, coloque a assadeira no forno e feche imediatamente. Deixe assar por 20 a 30 minutos.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Desfile de canhões em BH

Há poucos meses estive na Enoteca Decanter para uma degustação de ótimos vinhos da região francesa da Borgonha. Semana que vem, dia 21, sob a batuta do premiado sommelier Guilherme Corrêa, será a vez de conhecer "canhões" de outra grande região produtora do país, Bordeaux. Serão só grand crus:

2ème St.-Estèphe
Château Montrose 2001
91 pontos Robert Parker

2ème Pauillac
Château Pichon-Longueville Lalande 2001
93 pontos RP, 92 pontos Wine Spectator

5ème Pauillac
Château Pontet-Canet 2002
5 estrelas em 5 Decanter inglesa, 92 pontos WS

2ème St. Julien
Château Léoville-Barton 2002
5 estrelas em 5 Decanter inglesa, 92 pontos no RP, 18 pontos em 20 Jancis Robinson

3ème St. Julien
Château Lagrange 2001
90 pontos RP, 90 pontos WS

2ème Margaux
Château Giscours 2004
91 pontos RP, 93 pontos Wine Enthusiast

Grand Cru Classé Saint-Émilion
Château Troplong-Mondot 2002
91 pontos WS

Com o último vinho, será servido pernil de cordeiro com feijão branco preparado pelo chef da casa, Adenilson Fiúza. Para participar da degustação, que começa às 20h, cada pessoa paga R$ 390 (antecipado) ou R$ 450 (no dia). Informações: (31) 3287-3618 e (31) 3221-6415.

Um dia antes, na terça, dia 20, haverá na casa degustação orientada para harmonização de vinhos e queijos. Será às 20h, tendo no comando o sommelier Nelton Fagundes e a frommagier Lorena Lopes. A dupla falará sobre os estilos de queijos, tipos de leite, regiões produtoras, conservação, maturação, modo de servir e, é claro, harmonização com vinhos.

O custo é de R$ 95 (antecipado) ou R$ 110 (no dia) e os telefones para informação são os mesmos citados acima. Os preços que estão à frente dos queijos correspondem ao valor cobrado pela loja para quem quiser levá-los para casa. E haverá vinhos em promoção. Eis o roteiro:

Queijo: brie President (leite de vaca) - Île de France, França (R$ 89,90/kg)
Vinho: Ribatejo 2006 Azul Portugal (Ribatejo, Portugal)

Queijo: manchego D.O. (leite de ovelha) - La Mancha, Espanha (R$ 129,89/kg)
Vinho: merlot-tempranillo Crianza 2005 Artero (La Mancha, Espanha)

Queijo: grana padano D.O.P. (leite de vaca) - Piura Padana, Itália (R$ 99,90/kg)
Vinho: Casa Boschino IGT 2006 San Fabiano (Toscana, Itália)

Queijo: taleggio D.O.P. (leite de vaca) - Itália (R$ 144,90/kg)
Vinho: Barbera D’Asti Alasia 2007 Araldica (Piemonte, Itália)

Queijo: Saint Agur (leite de vaca) - Auvergne, França (R$ 137,44/kg)
Vinho: Porto Warre’s Ruby (Portugal)

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Botando a mão na massa - e de graça!



Erick Ricco/Divulgação

Sem alarde algum, a Cum Panio (Rua do Ouro, 292, Serra; 31 3225-5246) faz, certamente, alguns dos melhores pães disponíveis na cidade. É por esse motivo que faço questão de repassar cada novidade deles que fico sabendo. A de agora é o curso gratuito de pães rápidos que Camilo e Luciana, os proprietários-padeiros em questão, ministrarão nessa sexta-feira, dia 16, às 17h, no BH Shopping (parte da programação do projeto BGourmet). Inscrições pelo link http://www.bgourmet-bh.com.br/?pg=programacao. Dada a competência do casal em seu ateliê (que por sorte fica perto do jornal!), eu recomendo!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Lourdes: cabem mais restaurantes lá?

Notícia fresquinha: Lourdes vai ganhar mais dois restaurantes. Será possível? Gente, o bairro vai acabar em restaurante! É impressionante a quantidade de casas que estão sendo inauguradas por lá. Um dia a bolha vai estourar... Na verdade, um já está funcionando e ou outro será aberto ainda este mês.

O chef Val, que antes havia trabalhado no The Art from Mars há três semanas está à frente de sua própria casa, batizada de Maio e cuja proposta sintetiza como "comida caseira contemporânea". Só indo lá para saber o que é... Fica na rua Santa Catarina, 631.

Em fase final de obras, a risoteria Sorriso (que sacada, hein?!) terá só receitas assinadas por chefs da cidade, como Humberto Passeado, Leandro Pimenta e Beto Haddad. A consultoria é do próprio Leandro, que, coincidentemente, também passou recentemente pelo The Art from Mars.

Falando em Lourdes, outro dia soube que os proprietários do restaurante Dádiva (que também comandam o bar Tizé, em frente, e compraram o imóvel ao lado para abrir uma parrilla) adquiriram o bar Maria de Lourdes, também vizinho. São os novos donos do pedaço, portanto. A cozinha ficará a cargo da chef Sylvia Lis, que responde pelas demais casas do grupo. Será que vão arrematar aquele posto de gasolina também?

Muitos anos depois, no Tip Top

Remexendo fotos na máquina digital, encontrei duas que já deveriam ter sido postadas neste blog há muito tempo. Deveriam ter sido publicadas aqui na época em que o Tip Top comemorou seus 80 anos, em agosto deste ano. Estive lá fazendo matéria e aproveitei para fazer algo de que gosto muito: marcar a conversa para o início da tarde e chegar mais cedo, anonimamente, para almoçar. Sem paparicos. Pagando a conta. E assim foi feito.

O Tip Top é um bar, mas na hora do almoço, como convém a maioria dos restaurantes da cidade, há opções específicas para o horário, ou seja, pratos executivos. Mas não pedi nenhum deles, apesar de, pela descrição no cardápio, parecerem apetitosos. Queria os sabores autênticos da casa, queria as pedidas alemãs (eu sei, eu sei, os fundadores são uma tcheca e um romeno).

Confesso: a última vez em que estive lá foi com meu pai e eu ainda estava só no refrigerante. Mas provavelmente foi nas mesas do Tip Top que desenvolvi paixão pelas mostardas. Hoje sou tarado por elas. Papai sempre pedia salsichão para acompanhar a cerveja. As mostardas vinham junto. E eu lá, comendo da amarela e da escura.

Isso faz tanto tempo que nem dá para comparar os sabores da época com os que eu experimentei nessa última visita. Não seria nem justo. Afinal, a memória é traiçoeira e a nostalgia da infância mascara a realidade das lembranças. Enfim, comecemos do zero. Como meu almoço não podia demorar muito, fui objetivo: um salsichão para começar e servir de espera para o kassler, que seria meu almoço, de fato.



Ele chegou à mesa sem demora. Preferia eu mesmo tê-lo fatiado, mas tudo bem. Veio sem nenhum tipo de ornamento, tipo alface ou rodelas de cebola e tomate. Confesso que até prefiro assim, pois me incomoda a sensação de desperdício de alimento ou a "obrigação" de comê-lo para evitar o tal desperdício. Salsichão OK. Bom sabor. Sem surpresas. As mostardas continuam lá.

Devo elogiar a eficiência e cordialidade do garçom que me atendeu. Esqueci o nome dele, mas foi competente ao atender meu desejo (oculto de comparação jornalística): comer chucrute e salada de batata com o kassler. Ou era um, ou era outro. Mas ele soube me deixar satisfeito e propôs meia porção de cada. Quantas vezes os garçons não nos chateiam com inflexibilidades idiotas? Pois é.



O kassler chegou a mesa em duas belas peças e guarnecido do jeito que eu queria. Tudo saboroso, mas eu faria dois reparos por minha conta: deixaria o chucrute um pouco mais ácido (talvez esteja mais comportado para agradar ao tal "paladar da maioria") e condimentaria um pouco mais o amálgama da salada de batatas para torná-la menos tediosa. Como estava em pleno horário de trabalho, o chope ficou para a próxima.

E haverá próxima, pois quero experimentar o zegedinergulash (arroz cremoso com carne cozida, creme de leite e chucrute, servido com batatas e tiras de bacon), o rosbife de contrafilé e o spätzle (massa típica da Europa Central, que é feita na hora).

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Almoçando com "brimos" em SP

Aproveitei minha ida a São Paulo, mês passado, para conhecer restaurantes. Como cheguei de manhã e voltei cedo no dia seguinte, tive apenas a oportunidade de um almoço e um jantar. Fiz questão de que uma das refeições fosse no D.O.M., que ainda não conhecia. Como seria mais adequado ir lá no jantar, fiquei com o almoço livre. Apreciador da culinária árabe que sou (mais uma vez, o sangue não nega!), quis conhecer a cozinha de algum "brimo". Confesso que o primeiro lugar que me veio à cabeça foi o Arabia. Clichê, eu sei, mas (1) não conheço a casa, (2) tenho um livro maravilhoso, Líbano - Impressões e culinária, escrito pela proprietária Leila Kuczynski, (3) ela está bem colocada no Guia 4 Rodas e (4) para um forasteiro como eu, a casa talvez seja a mais conhecida do gênero. Quando a gente não conhece bem uma determinada cidade e está com pouco tempo, algumas vezes acaba se balizando pelos medalhões.

Mas não foi desta vez que conheci o Arabia. Ciceroneado por um amigo de lá, fomos parar no olho do furacão - arredores da Rua 25 de março! - para almoçar onde parte da colônia árabe paulistana o faz. Foi assim que chegamos a esse lugar:



Pois é, apesar de não parecer, essa é a entrada de um restaurante. Não tem placa na porta, nem indicações no corredor ou na portaria do prédio em que fica. Aliás, fica no primeiro andar de um prédio daqueles bem velhuscos, parecidos com os do centro de BH. Eis o salão do Monte Líbano (Rua Cavalheiro Basílio Jafet, 38, 1º andar, sala 101, Centro; 11 3229-4413):



Lugar de instalações simples, serviço rápido e comida honesta. Começamos com babaghannouj (fiquei feliz em constatar que é praticamente idêntico ao que faço em casa), tabule e pães. Os legumes estão incluídos no serviço:



Pouco depois chegou à mesa algo que meu anfitrião garantiu ser quase impossível de se encontrar em São Paulo, tripa de cordeiro recheada (com arroz e carne de cordeiro). Acredite se quiser, um prato leve:



Na sequência, favas variadas e grão-de-bico ao azeite e salsinha. Assim como a tripa, uma receita que ainda não havia experimentado. Algumas estavam cozidas demais para o meu gosto, desmanchando.



Para complementar, pedimos um quibe com pinole...



... e uma esfirra de zaatar fechada. Cada um provou um pedaço da pedida do outro:



Pode ter parecido uma comilança danada, mas não foi. Leves, tivemos ânimo para a sobremesa. Essa belíssima travessa de doces típicos fica no balcão, mas é trazida à mesa para que o freguês escolha o que mais lhe apetece:



Eu, é claro, fui de ninho com pistache. Delícia! Como de costume, rega-se a peça com calda antes de servi-la:



Café à maneira árabe para encerrar...



e a conta: R$ 50 por cabeça. Justo.

Na saída, seguimos pela rua que desemboca na portaria do prédio, a Comendador Abdo Schahin, em direção ao Empório Syrio (11 3228-3640), que fica à altura do número 136. Passamos pela porta de várias pequenas lojas árabes - entre restaurantes e empórios -, que exibem humildes cardápios e vitrines de doces típicos na porta. Uma pena não termos essa variedade em BH... Grande variedade de produtos; alguns eu desconhecia. Trouxe para casa um pote de geleia de figo com amêndoas e gergelim; um pote de berinjelas em conserva, recheadas com nozes; uma caixinha com sachês de sahlab (bebida feita com pó de raiz de orquídea; minha suspeita se confirmou: é o mesmo "salep" que provei na Turquia, só muda a grafia); zaatar libanês; e bandejinha com baclavas variadas. Halawa, havia e de algumas marcas (até diet), mas não do com pistache...