E dizem que esse será o mesmo destino da belíssima casa que abriga o restaurante Mandala, na Fernandes Tourinho. E assim a cidade vai perdendo parte de sua história e pontos de referência, vai ficando mais feia.
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Há 8 horas
Triste mesmo, Girão.
ResponderExcluirA notícia da futura demolição desse casarão apareceu no jornal Hoje Em Dia há alguns meses. Chateado, escrevi um email para o Conselho de Patrimônio Histórico de BH. Eles me responderam que o imóvel era um 'falso histórico', tinha sido anteriormente descaracterizado e depois outros proprietários recriaram a fachada com jeito antigo.
Mesmo sendo "fake", continuo lamentando, acho o estilo charmoso e ali já era uma esquina de referência na cidade. As várias e grandes portas dando para a rua são um tipo de imóvel que não se faz mais. A casa do Mandala, por estar toda descaracterizada, acaba também não tendo qualquer proteção. É uma pena, mesmo não tendo as características originais, é bom para a paisagem urbana a variedade de estilos e ocupações. Gosto de ver casas, com seus telhados de barro, entre os prédios da cidade. Ficar só prédio, não rola, né? O pior é que há grandes chances de sair um prédio medíocre no lugar, obras de qualidade são raras...
Bruno,
ResponderExcluirfake ou não, a casa era linda. E se a casa poderia ter sido tombada se não tivesse sido descaracterizada, por que ninguém falou ou fez nada quando a descaracterizaram? Sim, a diversidade é algo ótimo para a cidade e a perda de um imóvel lindo como esse é muito triste. Também sou apreciador das nossas casas antigas. Fico triste com isso.
Abraços.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirA foto já diz tudo, mas reforço, é a tendência dos tempos modernos a enterrar o que é tradicional, sejam os edifícios, sejam os valores...
ResponderExcluirNossa,essa imagem é mesmo de doer o coração. Nem tanto pelo bar, que já foi um ótimo ponto de encontro, mas há algum tempo andava muito caído, com mau atendimento, bolinhos enxarcados de gordura e sem os clássicos sambinhas. Mas o ponto, uma esquininha tão charmosa, onde podíamos sentar em uma mesa na calçada e sentir um ventinho suave (que nunca faltava), junto ao aconchego e bem-estar oferecidos por uma casa antiga, isso tinha que ser preservado! Que pena... Abraços, Brígida Alvim.
ResponderExcluirBrígida,
ResponderExcluirgosto muito das casas antigas de BH e também me dói o coração ver exemplares tão bonitos de épocas passadas no chão. O ponto era mesmo tão bom que, mesmo com bolinhos encharcados, vai fazer falta...
Abraços.
Bê,
ResponderExcluirvocê tem toda razão. No final das contas, é tudo uma questão de valores...
Uma pena.
Beijos.